Dia após dia entre as curvas da vida
embalo a mão no teu ombro
adoço a voz e a alma.
Quando me canso do mundo
repouso no espaço que me dás.
Partilhamos simples banalidades
gestos em que não nos dizemos
importantes solenes dispensáveis obrigatórios
nesta amálgama quotidiana que se passa
entre o branco dos cabelos nas rugas
deste tempo de nada em que tudo se encontra
e se desfaz.
Muito bonito. Um beijo.
ResponderEliminarVozes ao alto
ResponderEliminarComo sempre, uma das homenagens mais lindas que vi no dia da Mãe.
ResponderEliminarBeijinhos :**