Bruno Catalano
Se branco se negro tudo deforma sem cor
nem sustento afaga-me amor que afogo neste turvo desespero.
Se tenho se dou não sei de nada nem do novo
segredo de morrer sem que a vida nos sustenha
a garra e o nervo de mexer sempre
sem olhar para trás.
Se sou se não fui neste manto de dúvidas
persistentes e movediças congelo a parte de fora
em pranto seguro o medo e não sei mais onde esconder
o que na verdade me dói a falta
de tudo o que deveria ser.
gosto muito do que escreveste
ResponderEliminarsuspeito que é desta matéria que é feito o caminho dos ossos, do "nervo de mexer sempre sem olhar para trás"