O melhor é acabarmos com essa coisa supérflua, excêntrica e despesista, que não passa de um fetiche de uma geração decadente e ultrapassada - eleições livres para que os cidadãos escolham os seus representantes.
Os mercados, as troikas e as comissões dos novos impérios decidem. Tudo será melhor e mais fácil, sem desperdícios nem estados gastadores, sem preguiça nem lazer, esse admirável mundo da competitividade e dos preços descartáveis do trabalho e dos trabalhadores. A liberdade é um luxo ao qual não temos acesso.
Quem não tem dinheiro não tem vícios.
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