Nós não contratamos enfermeiros, mas serviços de enfermagem.
A falta de respeito pelos cidadãos, os profissionais de enfermagem e a multidão de quem deles precisa, é revoltante. É o próprio Estado que institucionaliza o trabalho de escravo, e é para quem quer. Não há pessoas, há apenas serviços, ao mais baixo preço.
A dignidade deixou de ser um valor. António Borges tinha avisado. Por onde andam os movimentos sindicais, as greves e as manifestações? A FENPROF desapareceu e os restantes olham para a sua própria inutilidade, cavada por tantos anos de incúria e disparate.
Este é o tipo de política que levará ao incendiar do menor rastilho. Não basta a falta de rendimentos, não basta a quase impossível escolha de prioridades, faltava ainda o total desprezo pela dignidade de quem trabalha. E percebemos qual a qualidade que o Ministro Paulo Macedo garante para quem faz parte e para quem precisa do SNS - a do mais baixo preço.
Boa tarde Sofia,
ResponderEliminarPior que escravatura.
Trarta-se , como diz, de falta de dignidade ou de haver pessoas de bem, como se dizia no passado.
Quanto aos desaparecidos em combate (FENPROF e outros) é normal, conduziram as pessoas ao cansaço em guerras de alecrim e manjerona e agora nem lhes resta a dignidade de falarem. Uma vergonha.
Cumprimentos
António P., tem toda a razão.
EliminarÉ uma indignidade sem nome o que se passa com os enfermeiros...e todas as outras classes prof. não tão mediáticas. E todos devem erguer a sua voz onde quer que seja, é uma questão ética.
ResponderEliminarMas a malta anda cansada,desesperada,desmotivada.Simplesmente,não aparece nas manifestações, cala , resigna-se
.Os sindicatos não fazem milagres!
provam o veneno dos excessos é certo,mas tb. a cobardia de um povo que só se mexe com garantias.
Registo que neste blogue se conversa, às vezes discorda-se.
EliminarMas aos «panfletos do PC», como é o caso do comentário acima, a esses já ninguém lhes liga importância e acabam apropriadamente no chão.
Resta à autora dos ditos, arranjar a vergonha que as testemunhas de jeová não têm quando nos vêm bater à porta para nos impingir a sua religião...