Não compreendo a justificação de congelamento de vagas para determinados cursos, quando esta é a falta de empregabilidade. Nem o estado garante emprego aos formados pelas universidades públicas, nem é capaz de garantir que ele exista no sector privado. Sendo assim, será melhor estar desempregado com formação superior ou sem ela?
Que se limitem as vagas pela capacidade instalada das Universidades, em termos de recursos humanos, projectos de investigação, espaço físico, cooperações institucionais, que se avalie a qualidade do ensino, que se promova a excelência em todas as áreas, muito bem.
Mas impedir a formação superior com a miragem de que se está a garantir emprego a quem consegue entrar para determinado curso, não só cria falsas expectativas para quem entra, como é uma injusto para quem deixa de fora.
Tirou-me as palavras da boca, Sofia.
ResponderEliminarDesde que ouvi a notícia só me apetceu escrver um post lá minha tasca, mas falta-me a paciência para tanat mediocidade e baoseira.
Cumprimentos
E que tal começar a limitar o acesso à escola, logo desde a primária, de modo a definir desde tenra idade quais as profissões a que cada um poderia ter acesso?
ResponderEliminarClaro que a advogados, juízes e políticos seria só para os ricos deixando-se uma variedade enorme de profissões, desde engraxador a limpa-chaminés para o povo mais rasteiro.
Esta medida estaria completamente de acordo com a filosofia desde extraordinário governo e logicamente também seria apoiada pela grande maioria do povo português que votou neles.