A leitura do ípsilon de hoje, talvez porque mais atenta e pormenorizada, deixou-me boquiaberta com a enorme especificidade da linguagem utilizada no universo musical. De tal forma é hermética que a quantidade de tipos de música existentes desde 1994, muitos deles já desaparecidos, com nomes derivados de rock e palavras cheias de apóstrofes, tornou o meu esforço inglório.
A verdade é que me senti totalmente fora de tempo, não reconhecendo nada do que ouço, mesmo com alguns nomes de grupos que já ouvi. O desenvolvimento desta especialidade artística, na sua vertente mais contemporânea, pós modernista ou sei lá que movimento se lhe pode chamar, é muito para além do que uma não iniciada pode absorver.
Essa deficiência é fácil de colmatar. Se tiver tempo nas férias, pesquise na Wikipedia e lá encontrará dezenas ou mesmo centenas de variantes da clássica, da pop, do rock, do metal, do jazz, tudo com exemplos de intérpretes ou grupos pertencentes a cada variante. Eu, que estudei música e possuo mais de cinco mil discos, fiquei de cara à banda.
ResponderEliminarBeijinhos
Obrigada, Lino, assim farei.
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