Gustav Vigiland
Envelhecer. Olhar de fora e ver o corpo mole, caído, sem viço. Olhar de dentro e ver a mesma alma de antes, de há um, dez, vinte anos, o mesmo sentir, querer, vibrar, a mesma curiosidade pelo mundo, a mesma capacidade de amar.
O corpo não acompanha a ambição do ser. Uma inevitabilidade conhecida e apreendida pela observação, mas uma experiência nova e sempre diferente, por muito que o desfecho seja único. A morte será o encontro do ser com o corpo, quando ambos forem nada, quando ambos tiverem encolhido até à forma original da vida, um conjunto de aminoácidos que não forma proteínas.
Fascinante!...Apenas discordo da imagem/morte...Defendo que a vida é uma INTERSECÇÃO de duas "vibrações"(como imagem,o "batimento",nas ondas rádio...)e a morte a sua DISJUNÇÃO...Cumprimentos,"kyaskyas"
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