Na sequência de queixas de eventuais pressões que Lopes da Mota teria exercido sobre os magistrados que investigavam o Freeport, este foi sujeito a um processo disciplinar e suspenso por 30 dias. A seguir pediu a sua demissão do Eurojust.
Sem prejuízo do resultado do recurso que o seu advogado vai interpor, esta demissão só peca por tardia. Neste momento já não tinha alternativa.
Continuam a faltar esclarecimentos importantes: Lopes da Mota agiu por conta própria ou essas pressões foram encomendadas? Por quem e com que razão?
Esperemos os novos desenvolvimentos deste caso e o encerramento do Freeport que, apesar de andar arredado das notícias de primeira página e de abertura dos telejornais, continua sem uma conclusão.
(Também aqui)
Adenda: encerramento do caso Freeport e não do Freeport, como bem notou JNR.
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