31 maio 2009

Passaporte

 


Mesmo estando em total desacordo com Maria Filomena Mónica no que diz respeito ao conceito de avaliação, não deixo de lhe apreciar a escrita.


 


Acabei de ler o seu "passaporte". No estilo irónico e mordaz que a caracterizam, Maria Filomena Mónica brinca com as suas características de turista irritada com a massificação, com o seu elitismo e a sua exigência de conforto, levando-nos a vários sítios, desde aos seus locais de infância até ao Cairo.


 


Sempre bem documentada, não perde a oportunidade de contar histórias a propósito da História.


 


Adorei o epíteto de meteorito à Casa da Música do Porto, assim como a sua apreciação de Lisboa e de Córdova.


 


Um bom companheiro de insónias, este pequeno livro de crónicas, com algumas fotografias excelentes, particularmente a de Lisboa.


 



 

4 comentários:

  1. "Elitismo e a sua exigência de conforto" no seu melhor!
    Respigando da posta anterior:
    "Maria Filomena Mónica defende o indefensável, fala de uma escola que já não existe, se é que alguma vez existiu. E se o diagnóstico é que este é um problema que tem oitocentos anos, de certeza que não estaria à espera que alguém o resolvesse em quatro. Muito menos ela própria, cujas ideias não se percebem se são para este século ou para o XIX, onde ela confessa que vive na maior parte do tempo".

    Desde que tiveram a infeliz ideia de oferecer à minha filhota o "Bilhete de Identidade", desisti de ler a mena e o tó

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  2. pink11:55

    filomena monica e' uma mulher desalinhada,diferente., quiça interessante... mas profundamente insolente,de uma sobranceria incomodativa ,enjoativa.
    se fosse politica com responsabilidades sobre nos, fugir era a palavra ordem, com certeza.

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    Respostas
    1. Bem, talvez seja análise "ligeiramente" exagerada...

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