Mesmo estando em total desacordo com Maria Filomena Mónica no que diz respeito ao conceito de avaliação, não deixo de lhe apreciar a escrita.
Acabei de ler o seu "passaporte". No estilo irónico e mordaz que a caracterizam, Maria Filomena Mónica brinca com as suas características de turista irritada com a massificação, com o seu elitismo e a sua exigência de conforto, levando-nos a vários sítios, desde aos seus locais de infância até ao Cairo.
Sempre bem documentada, não perde a oportunidade de contar histórias a propósito da História.
Adorei o epíteto de meteorito à Casa da Música do Porto, assim como a sua apreciação de Lisboa e de Córdova.
Um bom companheiro de insónias, este pequeno livro de crónicas, com algumas fotografias excelentes, particularmente a de Lisboa.
"Elitismo e a sua exigência de conforto" no seu melhor!
ResponderEliminarRespigando da posta anterior:
"Maria Filomena Mónica defende o indefensável, fala de uma escola que já não existe, se é que alguma vez existiu. E se o diagnóstico é que este é um problema que tem oitocentos anos, de certeza que não estaria à espera que alguém o resolvesse em quatro. Muito menos ela própria, cujas ideias não se percebem se são para este século ou para o XIX, onde ela confessa que vive na maior parte do tempo".
Desde que tiveram a infeliz ideia de oferecer à minha filhota o "Bilhete de Identidade", desisti de ler a mena e o tó
Mas olhe que eu gostei, Lino, de ambos.
Eliminarfilomena monica e' uma mulher desalinhada,diferente., quiça interessante... mas profundamente insolente,de uma sobranceria incomodativa ,enjoativa.
ResponderEliminarse fosse politica com responsabilidades sobre nos, fugir era a palavra ordem, com certeza.
Bem, talvez seja análise "ligeiramente" exagerada...
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