(pintura de Zoltan Szabo: wind dancers)
Passam vertiginosos rios espadas
arcos de vento
passam rasgando estradas desaparecidas
depressa
sem riscos nem vazios
passam vertiginosos rios de nada.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Resilience Paula Crown O Sapo vai deixar de ser uma plataforma de alojamento de blogs. Tudo acaba. Os blogs estão em agonia e só mesmo algu...
Ficam os poemas.
ResponderEliminar