(pintura de Zoltan Szabo: wind dancers)
Passam vertiginosos rios espadas
arcos de vento
passam rasgando estradas desaparecidas
depressa
sem riscos nem vazios
passam vertiginosos rios de nada.
A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. [Bernardo Soares - Livro do Desassossego]
Isabel baralha as cores Dos seus mundos preferidos Partilha dias e flores Como sonhos prometidos Isabel fala com as fadas Ra...
Ficam os poemas.
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