A afluência às urgências nesta altura do ano, por causa da gripe e de resfriados, causa o colapso da resposta hospitalar qualquer que seja o número de urgências e a quantidade de profissionais que as servem.
É uma questão de cidadania usar os serviços públicos com sensatez e sentido de oportunidade. Estas situações devem ser diagnosticadas e tratadas nos Centros de Saúde e em casa, deixando as urgências hospitalares desimpedidas para os casos de facto graves, como as complicações da gripe, traumatismos, enfartes, etc.
Vale a pena seguir as informações e orientações da Cristina, cujo blogue está a ser um verdadeiro serviço público.
Obrigada Sofia.
ResponderEliminarestá tudo alucinado...
beijinhos
Ouvi ontem, pela voz de alguém do Hospital Amadora-Sintra , que tinham tido recurso às urgências por parte de pessoas em ansiedade por não terem recebido a prenda esperada. Quando é assim, para onde vamos e que fazer?
ResponderEliminarAcho que há uma enorme falta de sensatez e prudência da parte das pessoas que se sentem doentes, e uma enorme falta de escrúpulos da parte de quem acha que as obrigações do estado se medem pelo número de vezes que é solicitado, independentemente do porquê e do como. Não se apercebem que só estão a impedir os seus concidadãos com problemas verdadeiramente urgentes, de terem acesso a cuidados de saúde rápidos e eficazes.
ResponderEliminarNo país em vias de ficar "gripado", quando o povo ficou engripado, reagiu em conformidade com o atavismo de sempre.
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