A questão da educação não é um assunto apenas e só dos professores, é um assunto de todos os cidadãos que pagam impostos, é uma questão de cidadania.
Muitos de nós já fomos alunos na escola pública e agora somos pais de crianças e jovens que frequentam a escola pública. Muitos de nós participámos em associações de pais, em reuniões de turma, conversamos com os directores de turma, tivemos reuniões com professores e alunos, lemos testes e comprámos manuais escolares, e vamos ouvindo o que os nossos próprios filhos dizem, assistindo ao que amigos e conhecidos que exercem a profissão, contam.
A escola não é um espaço à parte da sociedade, deverá sempre estar inserido na sociedade. Por outro lado, a credibilização da função docente deverá sempre ser uma prioridade de uma política de educação.
O primeiro passo para que haja credibilização da profissão de professor, é que ela seja uma profissão autónoma, é que a ela só possam aceder pessoas com formação específica, com conhecimentos científicos e pedagógicos para a exercerem. É ainda dever do estado escolher de entre aqueles que querem exercer a profissão de professor na escola pública, os mais capazes.
Não conheço qualquer carreira profissional, com excepção da de professor, em que não haja vários graus a que as pessoas concorrem por concurso, prestando provas curriculares ou outras, e em que sejam seriados por classificações dadas pelos seus pares. Não conheço qualquer carreira profissional, com a excepção da dos professores, em que os profissionais mais experientes e mais diferenciados não exerçam funções de maior responsabilidade e de orientação dos menos diferenciados e dos mais novos. Não conheço nenhuma carreira profissional em que a formação contínua, a aprendizagem e o progresso científico não sejam valorizados aquando dos concursos para acederem aos diversos graus de carreira. Não conheço nenhuma carreira profissional, com excepção da dos professores, em que todos os profissionais atingiam o último grau da carreira.
O estatuto da carreira docente estabelece uma diferenciação entre professor e professor titular. Li na caixa de comentário de um blogue que essa distinção era artificial porque os professores faziam todos o mesmo, que era ensinar.
Não é essa a experiência que tenho pelas escolas por onde passei nos diferentes estádios que fui assumindo. Nas escolas há aqueles que, para além de fazerem a função para que foram contratados, têm vontade de fazer outras coisas, têm iniciativa, gostam de promover actividades, têm atitudes proactivas dentro da organização, ajudam e integram os mais novos, substituem os mais velhos quando necessário, etc. Normalmente também são os que melhor ensinam, assim reconhecidos por alunos e pais.
O que se tenta agora, com a implementação de uma avaliação de desempenho, é precisamente distinguir os que se esforçam dos que fazem menos que os mínimos. Também li na mesma caixa de comentários que a avaliação do desempenho e as quotas não melhorarão a qualidade da escola, apenas reduzirão as despesas com a educação. Deve ser a única profissão a que isso se aplica. E gostava de ver os professores tentarem explicar aos seus alunos essa teoria.
Ainda bem que José Sócrates assumiu o problema do Ministério da Educação como um problema de todo o governo. Porque a qualidade da escola pública deve ser uma prioridade absoluta de um governo que se diz socialista. A devolução da dignidade a uma profissão que a não tem, pela exigência de um estatuto de uma carreira que esteja alicerçada no mérito é um passo de gigante nesse sentido. A avaliação de desempenho é apenas uma medida de justiça, indispensável de implementar em toda a Função Pública.
Já agora, também me parece que ter opiniões sobre saúde, justiça, defesa, literatura, filosofia, aborto, legislação laboral, liberdade e democracia, eleições portuguesas e norte americanas, União Europeia, Tratado de Lisboa, etc, é obrigação de qualquer ser que use o cérebro para pensar.
Um discurso recheado de retórica e demagogia, de falsos argumentos e de falsas verdades
ResponderEliminarA questão da educação deve ser debatida por quem a vive por dentro não por treinadores de bancada. Essa do pagar impostos também me levaria a outro lado, que não cumpre com o seu código deontológico prescrito na Ordem dos Médicos (está lá tudo clarinho que nem água) e também é um assunto de todos os cidadãos que pagam impostos, é uma questão de cidadania.
É que isto de ter muitos telhados de vidro…
Esta experiência de suposto saber feito “Muitos de nós já fomos alunos na escola pública” e depois estamos a falar da Escola de hoje.
A maior parte dos Pais infelizmente dissociam-se da Escola, esta transformou-se mais um depósito de crianças, mas depois apresenta as breves viagens à Escola como se isso fosse o suficiente para percepcionar sequer os problemas da Escola Pública.
Eu também vejo muitos Jogos de Futebol e não treino equipas, o absurdo chega aqui “omprámos manuais escolares”
Mais parece o “Canto da Sereia”
Depois vem novamente um conjunto de frases feitas em estilo de propaganda política com uns versos pelo meio para ver se a mensagem passa, mais lembra o PREC:
credibilização da função docente deverá sempre ser uma prioridade de uma política de educação.
Que a ela só possam aceder pessoas com formação específica, com conhecimentos científicos e pedagógicos para a exercerem. – Ninguém acede de outra forma, grande novidade
É ainda dever do estado escolher de entre aqueles que querem exercer a profissão de professor na escola pública, os mais capazes. – Esta dos mais capazes foi muito infeliz, lembra muito a a sobrevivência do mais apto, palavras que há muito não as ouvia
Não conheço Ora aí está uma grande verdade é que não conhece mesmo , olhe eu conheço a sua dada pelos seus pares
os profissionais mais experientes e mais diferenciados não exerçam funções de maior responsabilidade e de orientação dos menos diferenciados e dos mais novos. - Mais uma mentira, a verdade é que são precisamente os mais experientes que exerçam funções de maior responsabilidade
a formação contínua, a aprendizagem e o progresso científico não sejam valorizados aquando dos concursos para acederem aos diversos graus de carreira.- Mais uma mentira é falso
Eu também vejo jogos de futebol e não é isso que me torna qualificado a treinar
“a avaliação do desempenho e as quotas não melhorarão a qualidade da escola apenas reduzirão as despesas com a educação” – Só duvida de quem quer tentar passar uma mensagem adulterada e mandar recados para ver se passam
“Ainda bem que José Sócrates assumiu o problema do Ministério da Educação como um problema de todo o governo. “– Essa é boa. Eu gostava de ver O Primeiro-ministro explicar a sua licenciatura e a forma como foi avaliado
Lá vem as frases de ordem a velha maneira Gonçalvista:
qualidade da escola pública deve ser uma prioridade absoluta de um governo que se diz socialista.
Já agora, também me parece que ter opiniões é obrigação de qualquer ser que use o cérebro para pensar.- Não é uma obrigação, é um direito emitir opiniões mas não de pretender ser a voz do povo, isso já é outra questão…
É curioso: li as primeiras e as últimas linhas deste comentário e concluo que o autor não pratica o que preconiza... A raiva cega-o, colega.
EliminarO autor pratica o que preconiza, essa pretensa identificação como Professora é que não lhe fica bem, não sofro de raiva ou ódio, sei é que estou indignado com alguns comentários políticos
EliminarAdenda:
ResponderEliminarolhe eu conheço o tipo de avaliação que é dada pelos seus pares (os Médicos são avaliados por outros Médicos toda a gente sabe disso)
Errata
ResponderEliminarOnde se lê : que não cumpre com o seu código
Deve ler-se : quem não cumpre com o seu código
Excelente post.
ResponderEliminarColoca "as questões" da Escola/Professores na perspectiva da comunidade e não da classe profissional.
Parabéns.
"Coloca "as questões" da Escola/Professores na perspectiva da comunidade e não da classe profissional. " É a voz abalizada da experiência a medicina reverteu para segundo plano? Ou o ódio visceral pelos docentes deste País é tão grande? Ou o Partido assim manda?
EliminarE que tal as pessoas que, como eu através dos seus impostos sustentam a máquina do Estado, que paga aos professores, poderem também ser ouvidos sobre o que se passa nas escolas?
ResponderEliminarE que tal as pessoas que, como eu através dos seus impostos sustentam a máquina do Estado, que lhe paga o seu vencimento poderem também ser ouvidos sobre o que se passa no seu emprego, em que trabalha meu caro?
EliminarExcelente post o da autora do blog.
ResponderEliminarCaro Dino, tanta raiva, tanto azedume, tanta irracionalidade mostram o quê?
Sou professora há 29 anos. Não me revejo nas ondas de ódio que pairam no ciberespaço e não só... Nem aceito a coacção que se vive em muitas escolas sobre "quem ousa" estar de acordo com as mudanças.
Que tal o exercício da tolerância, e de outros valores fundamentais?
(Já agora informo que não sou do PS)
Qual raiva e azedume? Irracionalidade? Só pode estar a brincar
EliminarNão, não é Professora, para quê esse artíficio para ver se convence quem?
Já toda a gente sabe que alguns pseudomilitantes do PS foram encarregados pelo chefe de utilizarem a desinformação para ver se tristemente ganham alguns Professores para a linha da arrogância do Ministério de Educação, que trabalhinho mais patético
A tolerância não habita na 24 de Julho
Os Docentes estão unidos e atentos a manobras de desinformação porque são pessoas conscientes,integras e amantes do seu trabalho, ao contrário de um governo prepotente que quer destruir a Escoal Pública (sempre ficava mais barato)
ResponderEliminarAplaudo as palavras que escreveu. Como pai e encarregado de educação revejo-me no texto. Sócrates deve avançar. Prova que é um Estadista. Se fosse eleitoralista fazia a vontade a todos e dava-lhe mais benesses. O PS vai ter pela primeira vez o meu voto se Sócrates se recandidatar. Pena que os Ministros não sejam como Sócrates!
ResponderEliminaro Dino,
ResponderEliminarÉ professor? Não é pois não..é que se for fico preocupado.
Pai atento
Sou Pai e já conheço o seu nome de outros festivais , alerto que esta pessoa é um militante destinado à desinformação
EliminarParabéns pelo texto. Subscrevo. Precisamos de uma Escola Pública melhor!
ResponderEliminarFinalmente o governo veio dizer que a politica é do governo,não é da Sra.ministra.Porque não faz para mim sentido que a Sra.tenha ficado sózinha e ser considerada um alvo a abater.O governo já devia ter esclarecido há mais tempo a sua posição
ResponderEliminarAlguns destes últimos comentários são da mesma pessoa, quer fazer cer que são várias, que infantilidade, ao menos alguma coragem para dar a cara, embora discorde da autora em muitos assuntos reconheco-lhe a coragem para dar a cara
EliminarChamarem estadista a quem nem foi capaz de esclarecer a forma como tirou o curso é extraordinário
EliminarO Dino é o agitprop de plantão a este blogue? Dá a cara, Dino?
ResponderEliminarO "Eu não sou Dino"
ET: Os sindicatos são inflexíveis. perdem toda a razão. os encarregados de educação não são parvos!
Ao "eu não sou Dino" ou "Pai atento"
ResponderEliminarMeu caro eu também sou Encarregado de Educação e não desço tão baixo, a resposta que tenho para lhe dar é esta(silêncio.............)da próxima vez nem sequer terá esta resposta
Li atentamente o seu post mais a caterva de comentários que provocou . Não vou acrescentar mais ao zunzum. Digo-lhe só : tem todo o meu apoio !
ResponderEliminarObrigada, José Carlos.
EliminarÓ Quintanilha,
ResponderEliminarE se eu disser que os impostos pagos pelos professores servem para dar subsídios à iniciativa privada, que tal este ponto de vista da coisa?
Quanto às opiniões da autora, supostamente baseadas na sua experiência colhida pelos "estádios"(?) por que passou nas escolas, são verdadeiras anedotas.
Por exemplo: «os mais experientes e mais diferenciados (????) não exerçam funções de maior responsabilidade e de orientação dos menos diferenciados e dos mais novos.»?
Saberá a senhora alguma coisa dos critérios que presidiram ao Concurso de Titular??? Saberá que uma das tarefas que mais se baseia no voluntarismo e no dispêndio de horas, não contabilizadas, de trabalho com os alunos, como é o trabalho nos clubes, para o dito concurso valeu ZERO?
Outra: «aqueles que... têm vontade de fazer outras coisas, têm iniciativa, gostam de promover actividades, têm atitudes proactivas dentro da organização, ajudam e integram os mais novos, substituem os mais velhos quando necessário» Está a falar de quê? De uma fábrica? De um lar de idosos? De uma associação recreativa?
Só mais um pormenorzito relativo ao oitavo parágrafo: As quotas não servem para poupar no orçamento? Então servem para aumentar a qualidade?
Não explico aos meus alunos as razões que assistem à nossa razão, que as aulas destino-as a outras coisas. Mas vou abrir para si uma excepção: vou explicar-lhe, como se fosse...: «queridos, três de vocês merecem 19. Mas as quotas obrigam-me a dar apenas um. Azar dos outros dois!
Havíamos de ver a melhoria da aprendizagem dos miúdos...
Percebeu?
Que confusões por aqui vão!
Claro que é legítimo ter opiniões «sobre saúde, justiça, defesa, literatura, filosofia, aborto, legislação laboral, liberdade e democracia, eleições portuguesas e norte americanas, União Europeia, Tratado de Lisboa, etc» ... mas só e quando se sabe do que se fala!
Como dizia Millôr Fernandes «Com muita sabedoria, estudando muito, pensando muito, procurando compreender tudo e todos, um homem consegue, depois de mais ou menos quarenta anos de vida, aprender a ficar calado.»
Priberam – dicionário online
EliminarEstádio - do Lat. stadiu < Gr. stádion
s. m. - arena para jogos públicos; antiga medida itinerária de 41,25 metros; campo onde têm lugar as competições desportivas a que assistem espectadores colocados no anfiteatro que o circunda;
fig. - FASE; PERÍODO;
Med. - cada período de uma febre intermitente.
A comentadora anterior diz coisas interessantes. Nas empresas são todos directores e nos exércitos são todos generais. A progressão baseada na antiguidade (e no relatoriozinho) está na génese do problema, muitos Titulares não o seriam se um modelo sério de avaliação já tivesse sido implementado.
EliminarSobre as notas dos alunos. Acaso sabe que existe limite no acesso ao Ensino Superior. Não entram todos apenas os que têm melhores notas. Numa final de prova de natação , independente/ da velocidade, só 3 é que vão para o pódio. Não sabia? São os excelentes. Não estão habituados à exigência? Habituem-se! A Ministra está a dignificar a Escola Pública.
Uma coisa é ter um número clausus e outra bem diferente é impôr limites ao número de muito bons e excelentes. A diferença está na motivação que os dois métodos induzem nos avaliados. No primeiro as pessoas esforçam-se ao máximo porque ninguém sabe se a nota obtida vai chegar para aceder ao nível seguinte até ao momento em que toda a gente está classificada. Faço-vos um desenho. O meus filhos tiveram a sorte de frequentar boas escolas públicas o que me saiu muito mais barato. Como não sabiam qual era a média necessária só tiveram uma hipótese: dar o máximo e apontar para o 20. O sistema de quotas imposto aos professores, da maneira como foi imposto, diz-lhes que só uns quantos eleitos poderão ter muito bom. É puro contrasenso e deita abaixo toda a metodologia introduzida no processo com o suposto objectivo de criar uma avaliação objectiva.
EliminarOs professores deviam estar a fazer greves, isso sim, para defenderem o direito a serem tutelados por uma equipa com dois dedos de testa e uma carreira exemplar, em vez de gente ressabiada e de má fé.
Dona Sofia, as suas observações raramente me parecem pertinentes. Neste caso um pouco menos. A verdade é que o que você não conhece é uma profissão onde se utilize um sistema de avaliação tão bizarro. E também não conhece na Europa nenhum país onde se tenha implementado uma bizarria desta ordem no ensino.
Na minha qualidade de economista não vejo o racional da gestão do ME nem a virtude do sistema desenhado. Se fosse assim tão bom o ME não teria retrocedido em quase tudo menos nas quotas. Isto prova que o fundamental para o ME são as quotas e não lhes interessa saber como se chega lá: tanto pode ser com um sistema para-estalinista e burocrático como com a pressão directa sobre os Conselhos Executivos. E é importante para quê? Para poupar tostões que serão entregues aos especuladores do BPP, BPN, BCP, BES, BCI e CGD? Não senhor, o caderno de encargos é bem mais ambicioso. Trata-se de proletarizar a classe média e impôr um regime capitalista de modelo chinês. Não é por acaso que os caceteiros que aqui vêm manifestar-lhe o seu apoio advogam a privatização com o fim de privar os professores do direito de manifestação.
À Elsa Covilhã:
ResponderEliminarEntão só vejo uma solução para o ensino: PRIVATIZÁ-LO !
Os professores passam a trabalhar para uma qualquer empresa privada que ganhe o concurso para gerir determinada escola, passam a ter um contrato de trabalho a termo, passam a ser avaliados, sem grande burburinho (COMO OS OUTROS TRABALHADORES), alguns da meia duziazita de horas que têm para leccionar passarão a ter muitas mais, pois isto de ter um patrão no privado não é o mesmo que a rebaldaria do Estado.
Como estarão a contrato, deixam de fazer greve. Como deixam de fazer greve, o comuna Mário Nogueira terá que ir trabalhar, encontrará muitas dificuldades pois há mais de vinte anos que não dá aulas, como tal, a sua avaliação será medíocre.
Os outros 300 sindicalistas a tempo inteiro terão que se fazer ao trabalho também. (Chegaram a ser 1300 sem bulir).
Os professores deixam de andar em manifestações , até o ambiente fica a ganhar pois o CO2 emitido passará a ser muito menor, pois irão andar menos autocarros e carros particulares na estrada a caminho da 5 de Outubro e do Rossio.
As câmaras municipais também ficarão a ganhar, pois não necessitam de emprestar autocarros para as deslocações poupando assim em combustível e nos custos de manutenção.
E os pais certamente ficarão a ganhar, pois a qualidade do ensino certamente que aumentará, desde que se consiga meter toda esta gente na ordem.
Satisfeita? Não concorda?
"Os cães ladram e a caravana passa" diz o povo e com razão perante mentes tão iluminadas que aqui vêm dar apoio a autora do Blogue, apoio de quê? Até parece que a autora pertence a alguma selecção nacional.
EliminarSomos livres de manifestar a nossa opinião sobre as coisas, não somos?
EliminarNos regimes comunistas e nos fascistas é que não o podemos fazer.
Fica bem!
«Não é essa a experiência que tenho pelas escolas por onde passei nos diferentes estádios (fases /períodos?) que fui assumindo»
ResponderEliminarEstádios que se assumem? Faz todo o sentido: a fase oral da infância, o primeiro período da juventude. Ou será o período lectivo?
Os elementos figurados, numa frase, por norma escrevem-se entre aspas ou em itálico. Não atire poeira para os olhos dos outros. Ou priberans que dá no mesmo.
Elsa Covilhã, acabo por lhe dar razão.
EliminarO meu post era sobre a qualidade da educação e a dignidade da profissão Docente. É óbvio que a Elsa Covilhã não tem educação, nem qualidade, nem dignidade. Eu estava a falar de outras pessoas e, manifestamente, para outras pessoas. O meu pedido de desculpas.
Sempre que alguém não concorda consigo é porque não tem educação, nem qualidade, nem dignidade. É extraordinário que subtileza
EliminarTodos nós frequentámos a escola e vai daí estamos abalizados a perorar sobre o sistema de ensino.
ResponderEliminarPermita-me que conteste esta afirmação. Há quem tenha ido à escola no Colégio de Odivelas ou na Academia Militar, quem tenha frequentado uma escola pública que pouco mais era do que um chiqueiro, quem tenha ido à escola ... por fax. As experiências são tão diversas que dificilmente se pode arrogar alguém o direito de intervir sobre um assunto tão complexo como é o SISTEMA EDUCATIVO sem um longo período de estudo específico prévio.
Há no entanto um ponto em que eu poderia concordar consigo. Concursos para suprir cargos de gestão pedagógica nas escolas. Bastaria exigir mestrado ou doutoramento nessa área aos candidatos e fazer concurso documental e entrevista. Também não me repugnaria que fossem obrigatórias aulas assistidas como forma de formação em exercício ao longo da vida. Não me pareceria desajustado que um conselho pedagógico ou de turma interviessem quando uma prática pedagógica de um dado professor resultasse em comportamentos excepcionais por parte dos alunos. E há evidentemente a Inspecção Geral de Educação como recurso último para os encarregados de educação. Mas não é nada disso que está em causa nas propostas do ME pela simples razão de que os objectivos deste governo são bastante mais prosaicos. Eles agradecem que defenda as suas ideias "quadradas". As futuras gerações nem tanto.
Aprendam, que a autora não dura para sempre:
ResponderEliminarNa falta de argumentos atira-se primeiro com o Priberam. Depois vêm os chavões de falta de educação, de dignidade, de qualidade.
Conheço bem esta atitude de insolência empoada de civilidade. Fazem-me até lembrar alguém que devia dar o exemplo, que o exemplo vem de cima!
Continue a destilar o seu veneno no seu reino privado da peçonha. Agora não lhe chame é educação e cidadania.
Há muitos lugares no mundo em que o diálogo é sério e elevado Fui.
Isso, isso, vá, que aqui não há nada para si.
EliminarNão quer levar o dino? Iam ter imenso de que falar no caminho...
"Paia atento" "enxotando varejeiras" tudo farinha do mesmo saco
EliminarCom este, passa a haver 38 comentários a este post .
EliminarDesses 38, há 14 (ou seja 37% do total ) que são do dino . E numa esmagadora maioria desses 14 casos o dino escreve a insultar alguém.
O espantoso é que o dino ainda não conseguiu concluir nada desse facto...
Desde que comecei a escrever textos sobre a avaliação de desempenho dos professores tenho visto as caixas de comentários dos diversos posts inundados de comentários de pessoas que, incapazes de estruturar argumentos que contradigam o que defendo, se refastelam com insultos, ameaças, numa linguagem imprópria do mínimo de educação, ainda por cima mal escritas, com uma falta de nível confrangedora, demonstrando incapacidades a vários níveis.
ResponderEliminarSe alguma dúvida persistisse no meu espírito quanto à necessidade imperiosa de uma reestruturação da carreira docente, para que pudéssemos dar aos nossos filhos uma escola de qualidade, tais dúvidas ficaram totalmente desfeitas. Com professores deste nível, que fazem do enxovalho e do insulto a defesa das suas razões, que não têm um átomo a mais que anime a discussão séria sobre o assunto, que demonstram uma falta de honestidade intelectual tristíssima, é assustador pensar que são estes os professores e os formadores que pululam na Escola Pública. Esta gente precisa urgentemente de ser afastada da formação e da educação de crianças e jovens.
Não há democracia nem dialéctica que justifiquem tanta porcaria. A partir de agora, comentadores como o Dino, a Elsa Covilhã, os Anónimos e os Anônimos , ou outros quaisquer comentadores que apenas emporcalhem as caixas de comentários, serão apagados neste e em qualquer outro post.
A Elsa Covilhã diz “fui”. Pois já deveria ter ido, e é bom que não volte. Agradeço que comentadores semelhantes lhe sigam o caminho.
Até agora apaguei 8 comentários do Dino e algumas mensagens para o mail ...
ResponderEliminarPelas razões óbvias a partir de agora passa a haver moderação de comentários.