(gravura de Cornelius Brown, 1886: Tower of Silence)
Olho a torre do silêncio
e é como se já lá estivesse
oferecendo o corpo aos festins do céu
aos alimentos dos pássaros às carícias do vento.
Lentamente no círculo que me é destinado
perceber já sem consciência
do que somos feitos
e para que tanto queremos viver
se só no silêncio da torre servimos a vida.
Apesar de um tanto tétrico, o poema está belo.
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