É verdade que ainda não li o texto do acordo ortográfico, que me tem faltado tempo, mas sobretudo paciência para ouvir os debates e para ler os artigos sobre o acordo ortográfico.
É ainda verdade que não sou versada em temas tão importantes como a defesa da língua portuguesa, a expansão da língua portuguesa, a pureza da língua portuguesa.
Apenas tenho a noção de que a língua portuguesa é a mesma e é diferente consoante os países em que é falada, com as entoações, os maneirismos, os vocábulos locais e regionais, os vocábulos resultantes da mistura e da combinação das línguas nativas com a portuguesa.
E acho que uma das suas riquezas é precisamente essa variedade. E por isso continuo sem perceber qual a razão e qual a necessidade do dito acordo ortográfico.
As línguas vão-se modificando à medida que vão sendo assimiladas e que vão assimilando outras influências, naturalmente. Não são precisos acordos nem decretos-lei para o assegurar.
E eu faço minhas as tuas palavras!
ResponderEliminarBeijinhos :)
Partilho inteiramente da tua opinião. Acordos de "papel passado" penso que poderão ter como consequência descaracterizar a língua que é uma só, como dizes. Obviamente que a língua, qualquer que ela seja, está em permanente evolução; adquire novos termos, modifica outros mas dentro de uma lógica que advém da naturalidade da sua utilização. E não me venham cá dizer que é para facilitar a compreensão. Não sei quem é que pretendem enganar...
ResponderEliminarCompletamente de acordo consigo.
ResponderEliminarE ainda bem que usa o termo combinação. Talvez assim perceba melhor porque é que insisto na "cultura combinatória "...
Cordiais saudações.
É por não existir um acordo ortográfico que ingleses e norte-americanos não se entendem!
ResponderEliminarDeve ser também essa a razão pela qual o inglês é quase uma língua morta.
Se esses senhores fossem trabalhar em algo de útil (se souberem...).
Pois... e vou ter pena quando, daqui a 15 ou 20 anos, ouvir alguém dizer 'O Betista lá do sítio...' : tudo porque essas consoantes que não se lêem servem para abrir a vogal anterior. Coisas!
ResponderEliminarRealmente, ao ponto que as coisas chegam! Penso que o acordo é completamente descabido, não sou purista, mas não deixarei de escrever "óptimo" com p antes do t, ou "acção" em vez de "ação". As nossas crianças já não sabem escrever correctamente, agora, imagino a confusão que vai nas suas cabecinhas, e na cabeça dos professores!!!...
ResponderEliminarbj
O que ressalta deste acordo é que o mesmo foi ditado por duas razões: o já habituável complexo de inferioridade e os interesses de de alguns lobis nomeadamenta o das editores.
ResponderEliminarPor isso é que o país fica mais tacanho.
ResponderEliminarEstou em acordo ortográfico
consigo
Com ou sem acordo, continuaremos alegremente a escrever como queremos. Ou será o único acordo que vamos respeitar?
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