Vale a pena ler a totalidade deste excelente texto de José Pacheco Pereira, no Abrupto.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Concordo com a parte do texto que ressalva. Mas já há muito que não via a acutilância de Pacheco Pereira tão afinada. O texto é muito rico e a sua descontrução permite encontrar muitas ideias interessantes do ponto de vista político como sociológico.
ResponderEliminarEntão a alusão divinal aos "direitistas, antigos fascistas ou "situacionistas", pelos vistos não é, porque ninguém os acusa de estarem presos psicologicamente ao seu passado, bem pelo contrário podem ser democratas sem mancha e sem memória". Ressuscitando uma antiga pecha da nossa democracia: integrar quem sempre se recusou em viver em Liberdade. Mas já não vale acertar contas com o passado. Sempre fomos gente ordeira. Quer dizer disseram-nos que fomos. Mas nunca se sabe.