Doze mesesdoze horas
doze badalos
no peito
doze nozes
doze vozes
doze nós
a desfazer
doze bocas
doze brincos
doze olhares
crucificados
doze pedras
doze chagas
que abri
doze Cristos
doze Judas
doze vezes
repeti
doze velas
acesas
doze mantos
sagrados
doze beijos
doze mundos
que guardo
para ti.
(pintura de Janet Carney)
uma consigna em plena libertinagem de criatividade poética. parabéns.
ResponderEliminarComo não sei "dizer" versos, digo disparates: Doze vezes doze são cento e quarenta e quatro.
ResponderEliminarE 144 é uma grosa. Dúzia e meia de dozes e mais um belo poema.
ResponderEliminarDelicioso, simplesmente delicioso, Sofia!
ResponderEliminarParabéns!
Beijinhos :))
Cristina Loureiro dos Santos
Um espanto!Quase parece fácil. Adorei dizê-lo. Hoje foi dia de uma pequena brincadeira e ele estava aqui! Um sucesso.
ResponderEliminarUm beijo.
Desafio alguém a fazê-lo melhor!
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