morrer é só não ser visto.
Se escuto, eu te oiço a passada
existir como eu existo.
A terra é feita de céu.
A mentira não tem ninho.
Nunca ninguém se perdeu.
Tudo é verdade e caminho.
(poema de Fernando Pessoa; pintura de Pat Steir: Silence)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Maria dos Cacos era, na verdade, Maria Póstuma, o nome da primeira grande ceramista de Caldas da Rainha. Filha e neta de oleiros, nascida no...
Encontrei o teu blog por acaso...
ResponderEliminarAchei este poema triste mas bonito.
Vem visitar o meu blog:
http://www.artegira.com (http://www.artegira.com)