Correia de Campos está satisfeito com os resultados publicados em relação à melhoria dos tempos médios de espera para cirurgia e tem razões para isso. De facto, mesmo não concordando com a forma como o combate às listas de espera cirúrgica se faz, tenho que reconhecer que os resultados são bons.
No entanto, gostaria que me convencessem de que esta é a melhor forma, mais eficaz, que garante maior qualidade no tratamento, e mais barata. Gostaria de saber porque não se esgota primeiro a capacidade instalada nos hospitais públicos, em termos físicos e humanos, em vez de se contratarem cirurgias com os privados.
Correia de Campos está satisfeito mas espero que não se dê por satisfeito, pois é necessário que se melhore muito mais. E, já agora, o que fazer em relação à Região de Lisboa e Vale do Tejo? Para quando a definição dos tempos máximos de espera para cada tipo de patologia?
No entanto, gostaria que me convencessem de que esta é a melhor forma, mais eficaz, que garante maior qualidade no tratamento, e mais barata. Gostaria de saber porque não se esgota primeiro a capacidade instalada nos hospitais públicos, em termos físicos e humanos, em vez de se contratarem cirurgias com os privados.
Correia de Campos está satisfeito mas espero que não se dê por satisfeito, pois é necessário que se melhore muito mais. E, já agora, o que fazer em relação à Região de Lisboa e Vale do Tejo? Para quando a definição dos tempos máximos de espera para cada tipo de patologia?
Porque é que um doente com cancro ainda tem que esperar um ano para ser tratado?
ResponderEliminarQuerida, atrasei um pouco a postar por causa de uns contratempos aqui. O fiz agora, entao. Espero que gostes!
ResponderEliminarAbraços!
Bernardo: num mundo ideal ninguém deveria esperar por qualquer tipo de operação, muito menos quando a patologia é maligna. Mas nós não vivemos num mundo ideal. Nem nós nem ninguém. O que temos é que nos aproximar cada vez mais disso. Mas o manejo das listas de espera cirúrgica passa por várias áreas, nomeadamente pela redistribuição dos recursos e pela formação específica em determinadas especialidades. Um ano de espera para qualquer patologia maligna é inadmissível. Mas, apesar de tudo, houve progressos assinaláveis. Há que continuar, até que se atinja um tempo de espera aceitável, embora saibamos que ele é sempre demasiado. É preciso, no entanto, honestidade: é totalmente utópico e demagógico dizer que é possível acabar com as listas de espera. O que é possível e obrigatório é reduzir esse tempo de espera para níveis que não façam perigar a qualidade de vida do doente e o prognóstico da doença.
ResponderEliminarMúcio: Agradeço o carinho. Gostei muito. Espero que outros (e outras) gostem.