Um bando de meninos que não tinham mais nada que fazer, resolveram passar um pouco das suas férias em luta ambientalista e irreverente, tão criadores e originais, tão independentes e cidadãos que são.
Não há nada melhor do que ser verde e vermelho, encenar uns batuques e uns ruídos de batuque e gritar contra os transgénicos, essa palavra que soa logo a manipulação genética e a guerra biológica, frutos do capitalismo, do consumismo e da poluição mental das mentes imperialistas e globalizantes.
É um excelente tema fracturante.
O resto foi o costume. O proprietário indignado e com um princípio de um ataque cardíaco, assustado com a flagrante ameaça da fome que iriam passar a mulher e a filha, após aquela destruição insana (1 em 50 hectares, ou seja 2% do total), a GNR a olhar para o outro lado, que isto de trabalhar cansa, e os comentadores a comentarem a idiotia de alguns e a preguiça estúpida de outros, que nem se dão ao trabalho de abrir a boca para dizer algumas evidências, como condenar o sucedido e responsabilizar quem deve ser responsabilizado.
E se os puséssemos a cavar, até pagarem com o seu próprio suor, os prejuízos?
Não há nada melhor do que ser verde e vermelho, encenar uns batuques e uns ruídos de batuque e gritar contra os transgénicos, essa palavra que soa logo a manipulação genética e a guerra biológica, frutos do capitalismo, do consumismo e da poluição mental das mentes imperialistas e globalizantes.
É um excelente tema fracturante.
O resto foi o costume. O proprietário indignado e com um princípio de um ataque cardíaco, assustado com a flagrante ameaça da fome que iriam passar a mulher e a filha, após aquela destruição insana (1 em 50 hectares, ou seja 2% do total), a GNR a olhar para o outro lado, que isto de trabalhar cansa, e os comentadores a comentarem a idiotia de alguns e a preguiça estúpida de outros, que nem se dão ao trabalho de abrir a boca para dizer algumas evidências, como condenar o sucedido e responsabilizar quem deve ser responsabilizado.
E se os puséssemos a cavar, até pagarem com o seu próprio suor, os prejuízos?
Ora aí estaria uma boa solução para esta e talvez umas outras quantas situações semelhantes.
ResponderEliminarMas atenção, tudo foi feito (a destruição da plantação), de forma ordeira, sem violência! Se houve violência, foi da parte do proprietário...
Espantoso!
Querida Poeta, que presente Cristina me deu, hein! Feliz por ter em mãos o teu livro, autografado e tudo. :) Quem sabe em breve não terás um meu, né? Oxalá!
ResponderEliminarA tua poesia me cativa, além do esmero com que foi confeccionado o livro; adorei a fotografia! Perfeito!
Sobre o texto, repugnante sim, ver que jovens sao capazes de atos tais,lá como cá, nao sao distintos nossos jovens.
abraços.
Era uma excelente solução!
ResponderEliminarBj
Eu tinha pensado noutras soluções, mas essa de mandar alguns daqueles malandros (em sentido figurado e real) cavar não é mal achada, não senhor.
ResponderEliminarA DMITO QUE SERIA UMA BOA SOLUÇÃO SE TIVÉSSEMOS UM GOVERNO QUE DESSE AS FERRAMENTAS
ResponderEliminarPara cavar não são precisas muitas ferramentas. Eu cavo todos os dias, muito!
ResponderEliminarObrigada a todos e desculpem por só agora responder, mas a minha horta tem sido difícil de cavar...