Queremos ou não mudar a lei? Concordamos que uma mulher que aborte, até às 10 semanas de gestação, seja condenada a pena de prisão?
É a essa pergunta que deveremos responder.
Por outro lado este é o 3º referendo efectuado até agora. Se, pela 3ª vez, a participação for inferior a 50%, será provavelmente o último.
Votar é um acto de cidadania e de responsabilidade. É uma forma de intervenção na vida comunitária.
Eu vou votar SIM.
(Picasso: grávida)
Eu também vou votar sim, para que as mulheres que interrompam a gravidez até às dez semanas não fiquem sob a alçada pesada da lei Penal. Porém, não esquecer que aquelas que forem para além das dez semanas continuarão a estar sujeitas à punição do Estado(ou será que não existem mulheres a interromper a gravidez para lá das dez semanas), lamentável justamente.
ResponderEliminarBoa tarde Sofia
Fernando
Eu não vou votar não.
ResponderEliminarVotaria não mas não voto.
Este referendo revela o estado da democracia.
Se ganhar o sim daqui a 8 anos haverá outro referendo?
Não creio.
Isto é : Fazem-se referendos até o sim ganhar.
Quanto ao referendo defender a mulher..., não sabia que as portugueses agora trazem no ventre anjos ou filhos de deus.
as mulheres no seu seio trazem homens e mulheres.
A legalização , prática do aborto por instituições do estado só vai aumentaro numero de mulheres(e homens)abortados.
A história é produto da vontade das gentes..,e as pessoas querem que o estado contribua para o aborto.
Não sou ninguém.
Na asia vendem-se os filhos para pedófilos.
Aqui abortam-se.
É este o estado da humanidade.
Acabo dizendo ser triste não se respeitar a vida.
Ninguém mata ninguém.
Uns hà porém que nem hipotese de nascer têm.
Por acaso, no ano transacto, a França, que tem uma legislação “permissiva” como aquela que o referendo aborda, foi recordista no número de nascimentos!!!
ResponderEliminarEssa lei data de 1974 e foi defendida no Senado por uma Senhora (Simone Veil!).
O número de “abortos” será, SEMPRE, o resultado das condições sociais e essas não vão melhorar (nem com Pinhos novos!).
A única solução com algum sucesso – já testada e abandonada, talvez para proteger as florestas – passava pelas fogueiras da Santa Inquisição... e nunca resolveu totalmente o problema da preocupação com a vida humana!
Mas isto são Histórias tristes...