Agora que me crieidentro das minhas rugas
fundas, castas, sinuosas
vindas da terra e da alma,
agora que me enfrentei
com sonhos e ventos agrestes,
em que me sinto torcer
em árvore seca e rugosa,
agora é que me poisas
aves de asas em leque
que murmuram ladainhas
de letras e versos de sombra,
agora é que me pintas
amoras em ramos quebrados
de horas e dedos abertos
carentes, sedentos de luz.
(pintura de Sylvie Kantorovitz: clump of trees)
Sofia, fico sem palavras... só sei dizer que gostei tanto!
ResponderEliminarTão simples, tão singelo e tão lindo!
Beijinhos :)
Porque é que agora temos de fazer a verificação de palavras duas vezes? ;)
ResponderEliminarObrigada, Cristina. Não sei porque é que está tão difícil comentar os postes. Não sei se são só os meus. Mas na realidade não alterei absolutamente nada!
ResponderEliminarHá sempre um dia para reparar!
ResponderEliminarGostei,mesmo, deste lugar.
Obrigada, addiragram, também gostei de a conhecer.
ResponderEliminarCom esta qualidade de produção já no começo do ano… vamos ter “vintage”!
ResponderEliminarParabéns!
Sofia: gosto muito, muito. É tão leve...e com tanto peso! Obrigada por nos dar estes momentos.
ResponderEliminarSão, muito e muito obrigada pelo seu comentário. Volte sempre!
ResponderEliminarImpaciente, isso é a boa vontade do princípio do ano!
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