A pena de morte é das mais cruéis contradições que existem nas nossas sociedades. A punição é exactamente a mesma acção que causou a punição. É um triste ciclo vicioso.Seja o que for que seja quem for tenha feito, a sociedade organizada não pode cometer o mesmo crime do acusado.
Acho inaceitável a condenação à morte por enforcamento de Saddam Hussein, Awad Hamed Al-Bander e Barzan Ibrahim al-Tikriti.
Estou totalmente de acordo contigo, sofia
ResponderEliminarEu ponho algumas reticências quanto à abolição pura e simples da pena de morte.
ResponderEliminarPor exepmlo, na situação presente do Iraque há um rol de morticínios por dia. O Estado tem muita pouca autoridade.
Ora, o monopólio da violência deve pertencer ao Estado ( se este for de Direito).
Eu sou sempre, e em todas as circunstâncias, contra a pena de morte. Não concebo o paradoxo de um estado cometer exactamente o crime qua não admite que qualquer cidadão cometa.
ResponderEliminarPartilho a sua opinião. A pena, em justiça, traduz um meio de reabilitação, não o fim do bem 'vida'. Por outro lado, "crimes contra a humanidade" deviam ser julgads num Tribunal Internacional, não num tribunal 'ad-hoc',de um país em guerra. Devemos lutar por julgamentos justos. Sempre contra a pena de morte!
ResponderEliminarAcrescento, apesar de poder parecer justo a sentença pois, segundo é do conhecimento público, foram 'ceifadas' muitas vidas humanas e em muitos casos da forma mais ignóbil e com tortura, parece-me não ser humano que a justiça utilize o mesmo método, condenando o autor da barbárie à morte. Catarina
ResponderEliminarLuis Naves, Mariana e Catarina: estamos todos de acordo.
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