Ontem, no programa “Prós e Contras”, o Bispo Auxiliar de Lisboa, D. Manuel Clemente, no meio da sua prolixa argumentação, falando ininterruptamente sem dizer nada, brandiu a expressão “pensar bem”, a propósito da liberdade. Ou seja, há liberdade para quem pense bem. O que ele não explicitou, nem precisava, era qual a definição de pensar bem ou quem decidia da bondade do pensamento.
Ângelo Correia também se multiplicou na atitude de virgem ultrajada e indignada, relativamente ao horror perigoso que se estava ali a tentar demonstrar (Vasco Rato, entenda-se), confundindo uma infinidade de sensibilidades e culturas, e mais palavras politicamente correctas, penso que para agradar ao seu companheiro de lugar, o Xeque David Munir que, apesar de condenar as manifestações violentas, não permitiria a publicação dos "cartoons". Ou seja, ele tem direito a ficar ofendido, mas o cartonista não tem direito a publicar o que quer.
Inédito foi o facto de ter concordado, em várias ocasiões, com Vasco Rato, que, por norma, diz exactamente o oposto do que eu penso.
Lamentável a posição oficial do governo português, pela voz de Freitas do Amaral. É triste percebermos a falta de coluna vertebral de alguns países, como o nosso, tentando defender o indefensável.
Ângelo Correia também se multiplicou na atitude de virgem ultrajada e indignada, relativamente ao horror perigoso que se estava ali a tentar demonstrar (Vasco Rato, entenda-se), confundindo uma infinidade de sensibilidades e culturas, e mais palavras politicamente correctas, penso que para agradar ao seu companheiro de lugar, o Xeque David Munir que, apesar de condenar as manifestações violentas, não permitiria a publicação dos "cartoons". Ou seja, ele tem direito a ficar ofendido, mas o cartonista não tem direito a publicar o que quer.
Inédito foi o facto de ter concordado, em várias ocasiões, com Vasco Rato, que, por norma, diz exactamente o oposto do que eu penso.
Lamentável a posição oficial do governo português, pela voz de Freitas do Amaral. É triste percebermos a falta de coluna vertebral de alguns países, como o nosso, tentando defender o indefensável.
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