12 dezembro 2005

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Compreendo os professores que têm que se deslocar distâncias consideráveis para leccionarem. Comprendo que sofrem as suas famílias e que a instabilidade é enorme. Mas, a verdade é que cabe ao estado zelar para que as escolas públicas tenham profissionais de qualidade, com um mínimo de garantia de continuidade do processo educativo.
Quando se abre um concurso público para preenchimento de vagas para uma determinada função, a entidade empregadora (neste caso o estado, ou seja, nós) tem o direito de impor um determinado tipo de condições para o preenchimento daquele lugar. As habilitações académicas, o horário de trabalho, etc. Quem concorre não é obrigado a aceitar. Não me parece ilícito que o estado exija que os professores assegurem uma continuidade de trabalho numa determinada escola.
O que já não me parce bem, conforme ouvi de vários professores, no forum TSF, é que professores efectivos estejam em escolas longínquas, sem possibilidade de se aproximarem da sua área de residência, e haver lugares nas escolas dos centros urbanos ocupados, em anos consecutivos, por professores contratados. Tudo isto me parece uma grande trapalhada.
E porque não dar autonomia às escolas para contratarem os seus profissionais?

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