Por um lado, ainda bem. Assim, são os eleitores que, por si só, avaliam o candidato, sem precisarem que outros lhes expliquem e lhes ensinem o que devem pensar.
Manuel Alegre fez-me sentir orgulhosa de ser portuguesa e de esquerda. Assumiu a sua condição de político, que se candidata a um lugar político. Assumiu a sua condição de poeta e de sonhador. Demonstrou que a ideologia e o afecto podem galvanizar as pessoas, dando-lhes um sentir comum, um objectivo nobre a atingir.
A esquerda ama a pátria e fala no colectivo. É solidária, crítica e exigente, luta pela igualdade de oportunidades.
Votarei em Manuel Alegre, no dia 22 de Janeiro. Espero votar em Manuel Alegre em Fevereiro.
Também eu, à minha maneira, quero defender o meu quadrado, o nosso quadrado.
Manuel Alegre não passa de um poeta, lutou pela liberdade, é certo e é um facto. Em teoria, é tudo muito bonito, palavras bonitas e poéticas, mas na prática...
ResponderEliminarNão acredito nas capacidades de Manuel Alegre!
Este país, apesar do elevado grau de iliteracia, está cheio de bons oradores e o que sobra em discurso, falta em acção.
ResponderEliminarEu para além do voto, apoiei a campanha de MA, mas tenho que reconhecer que tudo tem um timing e o timing de MA, já passou. E cada vez mais, com o avançar do tempo, vou dando razão áqueles que como o comentador anterior, denunciam a falta de obra de Alegre e contradições na sua postura: estou a lembrar-me da célebre reforma da rádio, que apesar de entender que não era justa não renunciou À mesma. Diferente e eticamente inatacável, foi a postura do General Ramalho Eanes no que se refere a uma reforma das Forças Aramadas. Mas sou eu e outros como eu que suportamos os encargos financeiros destas injustiças.
Lutou como muitos outros pela implantação das liberdades, mas a não ser que Manuela F Leite tenha razão, essa questão hoje está ultrapassada. Qual a mais-valia que MA podia trazer com a sua presidência?