Domingo de manhã, no café, mastigando uma torrada e lendo o jornal, saboreio um pedaço do meu tempo, com António Barreto e Vasco Pulido Valente.
Paris está a arder e não parece haver solução. Dentro das nossas vidinhas descansadas, aparentemente seguras e certas, chega-nos o eco de qualquer coisa ameaçadora. Nós por cá todos bem... até quando?
Paris está a arder e não parece haver solução. Dentro das nossas vidinhas descansadas, aparentemente seguras e certas, chega-nos o eco de qualquer coisa ameaçadora. Nós por cá todos bem... até quando?
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