07 novembro 2021

Sopa de tomate com ovo escalfado

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Hoje esteve um dia luminoso, branco e frio. À noite já apetecem sopas, porque nos aquecem e porque são uma forma de fazer um jantar mais leve.


Decidi fazer uma sopa de tomate, com ovo escalfado. Procurei receitas na internet e adaptei à minha moda, muito ao jeito do Henrique Sá Pessoa.



  1. Em vez de usar uma panela decidi-me por um tacho.

  2. Piquei uma cebola grande e 2 dentes de alho, reguei com azeite e juntei 2 folhas de louro. Deixei a refogar até a cebola ficar alourada e mole.

  3. Tirei a pele a 6 tomates de rama, cortei-os em bocadinhos e juntei ao refogado.

  4. Temperei com um pouco de sal, uma pitada de açúcar e pimenta.

  5. Cortei um molho de coentros, peguei num copo de vinho branco e misturei.

  6. Cortei 4 batatinhas pequeninas e deixei um pouco a cozer.

  7. Cobri generosamente com água fria, deixei ferver, rectifiquei os temperos e cobri o tacho, deixando ferver durante 15 minutos.

  8. Cortei um pouco de chouriço aos bocadinhos e juntei à sopa.

  9. Enchi outro tacho com água quente e um pouco de vinagre e deixei ferver.

  10. Deitei 2 ovos para que escalfassem (2 minutos).

  11. Torrei pão.


Enchi os pratos com a sopa, coloquei um ovo em cada prato e acompanhei com o pão torrado.


Uma delícia!

O luto da Geringonça

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JN


 


Gostei muito de ouvir a entrevista com Manuel Alegre, na TSF.


Revejo-me em muito do que diz. Mesmo em muito.


O PS não pode perder a sua marca e não pode aceitar ser tratado como um partido inimigo e de direita pelos seus ex-companheiros.


É completamente estapafúrdio ouvir Catarina Martins dizer que foi António Costa, em conluio com Marcelo Rebelo de Sousa, a provocar o chumbo do OE para que houvesse novas eleições. Tal como é absurdo da parte de Jerónimo de Sousa dizer que não queriam eleições.


A solução nunca poderia ser outra que não a clarificação política com eleições.


Deixem-se de desculpas tontas. A responsabilidade tem que ser assumida. Se as eleições são inoportunas, deveriam ter pensado nisso quando decidiram votar contra o OE.

06 novembro 2021

Lo Guarracino


L'Arpeggiata - Christina Pluhar


Alla Napoletana

Por acaso

fish sculpture.jpegAdriaan Vanderlugt


 


Como se por acaso encontrei o mar


arrastado por ondas de areia e peixes verdes


numa textura de segredos longínquos


na sombra da espuma que em silêncio se desfaz.

Já se vai fazendo tarde

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Freedom


Cecil Balmond


 


A sensação de que corremos contra um tempo que nos ultrapassou, cada vez mais distante.


Há 16 anos era uma pessoa muito diferente. E o meu mundo também não se assemelhava em nada com o de agora. Ou os meus olhos vêm outro mundo, outra vida, outro tempo.


Vou-me sentindo cada vez mais fora destas modas caducas e cada vez menos duradouras. As redes sociais, ao contrário do que pensava, limitam-me a liberdade de expressão, tal o policiamento e o bullying que observo. E a auto-censura impõe-se.


Vai-me apetecendo cada vez menos intervir. Qual o objectivo? Qual a necessidade?


Mesmo assim continuo. Por teimosia ou falta de censo.


Não faz mal.


Aos que ainda me seguem o meu muito obrigada pela paciência e pela resistência.


Ainda continuo.

30 outubro 2021

Em democracia há sempre a solução das eleições

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Público


 


Chegámos ao fim de um ciclo.


Aos eleitores cabe agora fazer a avaliação da actuação do governo e do PS, dos partidos da Geringonça e da oposição de direita. Aos eleitores cabe agora definir o futuro.


Com tristeza e indignação vamos assistindo a declarações incompreensíveis e inaceitáveis, como as de Paulo Rangel ao pretender eleições para o fim de Fevereiro, ou as de Jerónimo de Sousa, pretendendo que não queria eleições, e também a atitudes presidenciais, como a audiência concedida a Paulo Rangel.


As eleições são a solução, mas o país não pode viver em suspenso por mais 4 a 6 meses, entre o acto eleitoral, formação de governo e aprovação do Orçamento de Estado. É bom que todos os protagonistas políticos assumam as suas responsabilidades e facilitem a celeridade dos procedimentos constitucionais.


Que se demita o Primeiro-ministro, que o Presidente dissolva o Parlamento e marque, para o mais breve possível, o dia das eleições, para que os eleitores, cansados de uma crise que não compreendem e que os assusta, possam decidir os próximos passos.


É muito importante que todos nós nos apercebamos do que está em jogo. A vez da direita e da extrema-direita coligadas, a vez do PS em maioria absoluta, a manutenção do (des)equilíbrio da última legislatura, ou um bloco central.


Certa mesmo é a tentativa de assalto ao poder de Paulo Rangel e Nuno Melo, que se preocupam mais com as suas ambições do que com o país, é a muito provável subida do Chega e o iminente regresso de alguns dos protagonistas do governo da troika.

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...