Astor Piazzolla
Aydar Gaynullin - acordeão
Artyom Dervoed - guitarra
Sergey Shamov - cajón
David Robert Coleman - maestro
Orquestra Filarmónica de Berlim (2014)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Astor Piazzolla
Aydar Gaynullin - acordeão
Artyom Dervoed - guitarra
Sergey Shamov - cajón
David Robert Coleman - maestro
Orquestra Filarmónica de Berlim (2014)
Uma das coisas de que mais gostava era licor de ovo (Advocat – Bols) com Trinaranjus de limão. Desde esses anos longínquos, em que nada me fazia mal, que nunca me lembrei de procurar uma receita para fazer eu própria o licor. Há uns meses provei um licor de ovo caseiro, muito bom, feito na Bimby. Eu não tenho Bimby mas decidi procurar uma receita para fazer um licor à minha moda, que seria a novidade deste Natal.

Na internet encontrei várias receitas, e adoptei (adaptando) uma delas:
Na verdade, parece mais de leite do que de ovo, mas vamos ver como ficará!


São duas, simpáticas, afáveis e boas cozinheiras. Resolveram abrir um pequeno café-restaurante, onde se pode provar comida do Médio Oriente, petiscar e levar para casa.

Tudo feito de raiz, desde os molhos aos pickles, dos sumos ao pão Pita. Para além de muito agradável e acolhedor, o café e os pequenos doces são fantásticos.

Grão a Grão - Café Falafel merece a visita e a divulgação!

23.
Pus-me ao sol a depurar
Em busca da tua essência
Sentimentos a crestar
Em rios de decadência
Passam noites passam dias
O tempo corre e dilata
Corpos sofrem agonias
As almas viram sucata
Sacudi estrelas e pó
Resíduo do que ficou
Na verdade estou só
Nada de novo mudou
in Prosas Bíblicas, Livro 1 (pág. 35)
na Ler Devagar

10.
Bebi a água sagrada
Junto à fonte da verdade
A minha face banhada
Êxtase de santidade
Subi ao trono bem alto
Degraus firmeza rigor
A vida sem sobressalto
A alma sempre em fulgor
Pensei que me era devido
O ouro o mel e o pão
O paraíso perdido
Na palma da minha mão
Caí do meu pedestal
Estilhacei os espelhos
Condenada afinal
A caminhar de joelhos
in Prosas Bíblicas, Livro 1 (pág.22)
na Ler Devagar

Ouvi dizer que se apagou uma das luzes
de outrora.
Mas na verdade não havia luzes que se apagassem.
Elas permaneciam mudas ou deslumbrantes
como agora
e mesmo que não se mostrem ardem em silêncio
e alumiam os cantos escuros das ausências
eternamente quedas e cintilantes
de transparências.
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...