26 dezembro 2017

Ele é que não perdeu mais uma oportunidade...

... de fazer uma tristíssima figura.


 


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Costa "perdeu oportunidade" para mostrar que "ainda é capaz" de governar


 

Voluntários e voluntariado

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Proliferam as associações e agrupamentos de pessoas de muito boa vontade, que voluntariamente dão o seu tempo, o seu esforço e as suas competências às mais diversas causas, mas especialmente a ajudar o próximo, mais precisamente aquele próximo a quem dava muito mais jeito um emprego do que o cabaz de Natal, a comida e os embrulhos de brinquedos e roupas.


 


Proliferam as empresas que pedem aos seus empregados para, voluntariamente, prescindirem dos seus dias de descanso para angariarem mais clientes, oferecendo serviços a custo zero, à custa de horas de trabalho sem remuneração.


 


Crescem as avaliações que não prescindem da explicitação do trabalho comunitário e voluntário de quem se candidata a qualquer tipo de emprego, mesmo que as acções não tenham sido mais que as estritamente necessárias para enfeitar o currículo.


 


Publicitam-se abundantemente os voluntariados e os voluntários nas televisões, nas rádios, nas redes sociais, para nos lambuzarmos de bondade, por darmos tanto de nós a tanta gente, de quem esperamos gratidão, fidelidade, consumismo, ou mesmo adoração.


 


Nada tenho contra a gentileza e o sentido de solidariedade seja de quem for, muito pelo contrário. Mas não estaremos nós a substituir empregos por trabalho não remunerado? É que para haver voluntários a dar aulas, ou a pintar escolas há professores e pintores que não têm trabalho. Além de que há muitas tarefas e apoios que são veiculados através do voluntariado e que deveriam ser obrigação do nosso Estado e da nossa sociedade.


 


Por outro lado desconfio sempre que a maior parte dos voluntários o são à força, ou então apenas desejam auto-promoção, à custa dos mais vulneráveis. A constante exploração dos sentimentos e da boa-fé, tal como a mercantilização do bem fazer, é tudo menos partilha e solidariedade. Pelo menos para mim.

Back to business


 


Adenda: hoje foi mais em modo caranguejo...


 


Das demonstrações banalizadas

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Expresso


 


Tanta palavra, tanto abraço, tanto afecto, tanto amor, tanto mel, tanto amasso, tanto sorriso, tanta lágrima. Tudo se banaliza, até o que de mais íntimo e genuíno temos. E tudo acaba por perder significado e importância.


 


O Presidente da República transformou-se no fiel da balança dos afectos e dos compromissos – tudo o resto se lhe compara, o tom, os olhares, a voz, a compaixão – ele é sempre o melhor e é com ele que todos se têm de medir.


 


Depois de uma irrelevância de Presidência protagonizada por Cavaco Silva, pelo azedume, pela escassez de empatia, pela arrogância e pelas intervenções rancorosas, Marcelo arrisca-se a desfazer aquilo que o transformou num excelente Presidente, pelo constante transbordar de discursos, comentários, aparições e avaliações. É, de facto, uma pena e um desperdício.

25 dezembro 2017

Reinventando a tradição...

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 ... que, como todos sabemos, já não é o que era.


 


A manhã passou-se a arrumar a desarrumação da véspera e a preparar o almoço. Resolvi aproveitar as sobras das couves, das batatinhas pequeninas e novas e do grão cozidos para fazer sopa, que será o meu alimento para os próximos dias, recuperando lentamente das calorias ingeridas.


 


Para esquecer as pernas de peru que costumam assombrar os nossos natais, o Pai Natal cá de casa investiu numa massada de tamboril com camarão, berbigão e vieiras, muito saudável, com muito tomate, pimentos, cebola, alho e salsa, "tudo em cru" (expressão assumidamente disparatada que muito se usa). Estava muito bom!


 


Respiremos, portanto, e deixemos que a preguiça nos restaure as forças. Para o ano há mais!

Das maravilhosas prendas de Natal

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O melhor das prendas de Natal são as horas de cumplicidade e aconchego que passaremos a ver as séries, bem doseadas, e a descobrir histórias e autores novos (pelo menos para mim).

24 dezembro 2017

Somebody to love


 


Can anybody find me somebody to love?


Each morning I get up I die a little


Can barely stand on my feet


Take a look in the mirror and cry


Lord what you're doing to me


I have spent all my years in believing you


But I just can't get no relief, Lord!


Somebody, somebody


Can anybody find me somebody to love?


 


I work hard every day of my life


I work till I ache my bones


At the end I take home my hard earned pay all on my own –


I get down on my knees


And I start to pray


Till the tears run down from my eyes


Lord - somebody – somebody


Can anybody find me - somebody to love?


 


(He works hard)


 


Everyday - I try and I try and I try –


But everybody wants to put me down


They say I'm goin' crazy


They say I got a lot of water in my brain


Got no common sense


I got nobody left to believe


Yeah - yeah yeah yeah


 


Oh Lord


Somebody – somebody


Can anybody find me somebody to love?


 


Got no feel, I got no rhythm


I just keep losing my beat


I'm ok, I'm alright


Ain't gonna face no defeat


I just gotta get out of this prison cell


Someday I'm gonna be free, Lord!


 


Find me somebody to love


Can anybody find me somebody to love?

Mudanças

  Las manos Eduardo Kingman Aos poucos vou mudando a casa, vou adaptando o espaço à minha pessoa. Reduzir coisas e coisas e coisas. Clarear,...