Passos Coelho em relação à reposição salarial da Função Pública:
Parece-lhe fazível.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Passos Coelho em relação à reposição salarial da Função Pública:
Parece-lhe fazível.
Aqui há umas semanas, por motivos que não vêm ao caso, fiquei em casa com um caixote de belos e perfumados morangos. Incapazes de os comermos a tempo de não se estragarem, resolvi congelá-los.
Resolvi experimentar fazer um gelado de morango. Descongelei-os (ficaram um pouco mirrados e a nadar na água que largaram), triturei-os com a varinha mágica (com a respectiva água), tudo junto com o peso de 1 kg; juntei 500 g de açúcar e, à parte, bati 600 ml de natas até ficarem espessas. Incorporei as natas batidas na papa de morangos açucarados, distribuí por caixas e congelei. Para regar o gelado, derreti chocolate negro (70% de cacau) com um pouco de leite e umas colheres de açúcar (uma 3, de sopa).
Ficou maravilhoso. Só faltou o crocante. Ainda tenho mais uns tantos congelados, talvez me atreva a outra coisa qualquer.
Entretanto alguns dos frascos de compota de abóbora que tardam em ser deglutidos também foram reciclados em gelado. No fundo o princípio é o mesmo. Juntei o doce às natas batidas (na mesma proporção) e congelei. Ainda ficou melhor, mesmo sem molho e sem crocante. Fica mais cremoso que o de morango.
Enfim, um estrondo.
Ministro da Defesa anuncia 6088 promoções
Uma decisão deste governo, diz Aguiar Branco, datada de 2011. Por acaso só agora vai ser concretizada.
Na filosofia editorial de alguns jornais todos os meios servem para atingir determinados fins, políticos, neste caso.
A qual Maria de Lurdes os leitores associam imediatamente esta notícia?
E para esclarecer os atónitos incrédulos, se clicarmos no título somos direccionados para um outro, ainda mais chamativo, e que nos sustenta ainda mais as nossas suspeitas:
Ao rolarmos a página podemos ler, enfim, o texto que, apenas no 3º parágrafo, desvenda o apelido da Maria de Lurdes:
E descobrimos que, afinal, não era Maria de Lurdes Rodrigues a falsificadora das qualificações.
Alguém acredita que foi por acaso? Que importância tem esta notícia, a não ser a de induzir os incautos ao erro, criando histórias e lançando boatos sobre uma figura pública controversa como Maria de Lurdes Rodrigues, numa época de campanha eleitoral e em que a direita tenta intoxicar a opinião pública, desacreditando todos os protagonistas do PS?
(...) Porém, nesse lugar - Milão, hoje - onde o mundo glorifica a comida, Portugal não está presente. Não tem pavilhão, nem banca, nem um simples papelinho distribuído à entrada: "Olá, vocês não se lembram, mas já nos conhecemos. Foi Portugal que vos apresentou a/o [e aí o folheto diria o nome dum tubérculo, dum fruto, dum cereal]..." Aos brasileiros deu o café para conversar; à China e à Índia, a batata; e vindo dos Andes, o chili pepper, o jindungo que, passando pelo Brasil, deu sentido às sopas tailandesas e coreanas. Reparem, nem falo da paprica húngara - só reivindico as entregas diretas. A Budapeste, o picante só chegou depois de passar pela Turquia, trazido da Índia, onde, em Goa, os portugueses tinham metido o jindungo no vindaloo. Leiam alto e descubram a origem da palavra: "vinha-d"alho"... O vindalooencontrei-o, também deturpado, em Trindade e Tobago e no Havai. (...)
(...) O pavilhão da Santa Sé, na Expo 2015, diz que a comida é também assunto de rituais e símbolos. Claro. E os portugueses foram apóstolos do valor sagrado do pão, espalharam-lhe a palavra e os sabores. O governo português diz que não temos pavilhão porque não temos dinheiro. É falso. Não estamos lá porque quem decidiu é pobre de espírito. Não merece Portugal.
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...