25 abril 2015

Da casa da democracia

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Mário Soares, Manuel Alegre e a Associação 25 de Abril prestaram um mau serviço à credibilização do Parlamento como Casa da Democracia ao recusarem-se a estar presentes na cerimónia solene de hoje.


 


Independentemente do que possamos pensar deste governo e deste Presidente, eles foram o resultado do voto livre e universal, resultado da vivência democrática que hoje comemoramos. É com grande tristeza que os vejo, mais uma vez, confundir luta partidária com liberdade e democracia.

Da democracia que construimos

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25 de Abril de 1975


Eleições para a Assembleia Constituinte


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Da revolução actual (2)

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 (Na continuação da conversa):


- Então onde almoçaram?


- Fomos ao Porcão*


- O Porcão está aberto? Mas isso é muito fascista, estar aberto no 25 de Abril...


- ... está a dar de comer aos revolucionários... (isto não disse, mas pensei)


 


(* nome revolucionariamente terno com que se trata a cantina cá de casa)

Da revolução actual (1)

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 Ao deparar-me com um dos comensais cá de casa, ainda agora:


- Então?! Não foi à manifestação do 25 de Abril?!?!


- Não. Tenho que trabalhar...


- Mas isso é de direita reaccionária e fascista...


- ... nos dias que correm trabalhar é revolucionário!

24 abril 2015

Afinal há alternativas

decada+para+portugal_cenario+macroeconomico_antoni


 


Desde que foi apresentado o estudo Uma década para Portugal que recomeçou a discussão política. Finalmente!


 


Há propostas, há alternativas, há ideias. Vamos lê-las, ouvi-las, discuti-las, compará-las com a velha ordem exausta e depauperada, vamos reacender a esperança.


 


O Parlamento foi bem o cenário do arrepio que alastra por esta maioria que nos governa. A nova Troika tem os dias contados. Resta ao PS tudo fazer por uma maioria absoluta de forma a poder concretizar um programa credível em que nos possamos rever e aglutinar.

Amanhã

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41 anos de Liberdade


 



1ª senha 


 



 2ª senha

21 abril 2015

Um dia como os outros (155)

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 (...) Mas o que foi apresentado por Mário Centeno tem uma enorme vantagem: é claro e é diferente.(...)


(...) Os economistas caucionados pelo PS não propõem apenas acelerar o fim da austeridade, propõem acabar com a política que a troika impôs a Portugal e que o governo de Passos Coelho acolheu, por nela acreditar. (...)


(...) A diferença entre estas duas políticas é, diria Vítor Gaspar, enorme. Com o PSD, o Estado "encolhe". Com o PS, o Estado vai gastar mais do que hoje mas vai também ter mais receitas porque o PIB cresce mais.


Embora se comprometa com metas de dívida e défice orçamental, António Costa acaba de perder a passadeira vermelha para entrar em quatro cidades: Berlim, Bruxelas, Frankfurt e Washington. A troika deve estar aos murros na parede depois de ouvir isto. (...)


(...) Mas hoje já podemos analisar isto: o PS e o PSD defendem o contrário um do outro. O "não há alternativa" já não existe para os eleitores. E isso coloca a discussão política num nível completamente diferente. 


Onde o PSD defende cofres cheios, o PS propõe bolsos cheios.


 


Pedro Santos Guerreiro


Uma Década para Portugal

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...