16 junho 2014

Menos ais


 


Nada de queixas nem desculpas. Toaca a jogar como deve ser contra os Yankees.


 


Ainda há muita bola, convém que haja também pernas, vontade e brio.


 


Tudo e todos a torcer!

Das campanhas negras

 



 


Regressaram as notícias das corrupções de Sócrates. A direita tem receio de que alguma coisa comece a mexer, no PS.

15 junho 2014

Do desespero

Alberto Martins quer uma coligação com o PCP e o BE - a sério?


 


Com os mesmos partidos que consideram que o PS tem prosseguido, desde 1975, uma política de direita, de destruição do Estado Social e dos direitos dos trabalhadores?


 


Com os mesmos partidos que elegem o PS como um dos seus principais inimigos e que, sempre que consideram que isso serve os seus intentos particulares, se coligam com a direita para derrotar o PS, independentemente do que isso signifique para o Estado Social e os direitos dos trabalhadores?


 


Desespero, a quanto obrigas.

Da mediocridade reinante

É patética a figura de António José Seguro. Agarrado que nem uma lapa aos estatutos que impedem a disputa interna do seu lugar, arrasta-se penosamente, lançando veneno contra António Costa, esquecendo que vai estraçalhando o partido e o País. De uma coisa estamos certos - o PS com este líder está cada vez mais longe de uma vitória nas eleições legislativas.


 


António Costa tem resistido a responder no mesmo tom. Ainda bem. Que se demarque desta mediocridade imatura e infantil, desta péssima peça teatral em que ninguém acredita e em quem ninguém se revê.

Papa Francisco


 


Desconfiei sempre muito do que se dizia do Papa Francisco. De repente, logo após a sua eleição, o Papa Francisco era, praticamente, o novo Messias.


 


Assisti à entrevista que deu a Henrique Cymerman, com interesse crescente. É excelente e reveladora de alguém que se despoja do título mas entende a solenidade do mesmo e que dá a ideia de viver o que sente. Extraordinário o que diz sobre a globalização, a ideologia económica e social de hoje, as desigualdades, a nobreza da política, o anti-semitismo, o diálogo inter-religioso, as perseguições a cristãos. Não tem medo de ser politicamente incorrecto mas tem o cuidado de não ofender nem dividir.


 


Muito, muito interessante. Vale a pena ouvir e meditar.


 


 


 

Do esgotamento democrático

 


É muito interessante ouvir e ler algumas pessoas / agrupamentos partidários usarem a expressão - a democracia não se esgota nas eleições. São habitualmente as / os mesmas (os) que nunca aceitaram nem aceitam os resultados eleitorais.


 


De facto as eleições não são tudo - e têm que ser livres, sem censura, com liberdade de expressão de pensamento, imprensa livre e justiça a funcionar. Mas são a base e a fundação da democracia representativa. Qualquer desvalorização de eleições livres são sintoma de cultura totalitária, com ou sem roupagem de grande preocupação pela vontade do povo e das massas trabalhadoras.


 

Mudanças

  Las manos Eduardo Kingman Aos poucos vou mudando a casa, vou adaptando o espaço à minha pessoa. Reduzir coisas e coisas e coisas. Clarear,...