Nada de queixas nem desculpas. Toaca a jogar como deve ser contra os Yankees.
Ainda há muita bola, convém que haja também pernas, vontade e brio.
Tudo e todos a torcer!
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Regressaram as notícias das corrupções de Sócrates. A direita tem receio de que alguma coisa comece a mexer, no PS.
Alberto Martins quer uma coligação com o PCP e o BE - a sério?
Com os mesmos partidos que consideram que o PS tem prosseguido, desde 1975, uma política de direita, de destruição do Estado Social e dos direitos dos trabalhadores?
Com os mesmos partidos que elegem o PS como um dos seus principais inimigos e que, sempre que consideram que isso serve os seus intentos particulares, se coligam com a direita para derrotar o PS, independentemente do que isso signifique para o Estado Social e os direitos dos trabalhadores?
Desespero, a quanto obrigas.
É patética a figura de António José Seguro. Agarrado que nem uma lapa aos estatutos que impedem a disputa interna do seu lugar, arrasta-se penosamente, lançando veneno contra António Costa, esquecendo que vai estraçalhando o partido e o País. De uma coisa estamos certos - o PS com este líder está cada vez mais longe de uma vitória nas eleições legislativas.
António Costa tem resistido a responder no mesmo tom. Ainda bem. Que se demarque desta mediocridade imatura e infantil, desta péssima peça teatral em que ninguém acredita e em quem ninguém se revê.
Desconfiei sempre muito do que se dizia do Papa Francisco. De repente, logo após a sua eleição, o Papa Francisco era, praticamente, o novo Messias.
Assisti à entrevista que deu a Henrique Cymerman, com interesse crescente. É excelente e reveladora de alguém que se despoja do título mas entende a solenidade do mesmo e que dá a ideia de viver o que sente. Extraordinário o que diz sobre a globalização, a ideologia económica e social de hoje, as desigualdades, a nobreza da política, o anti-semitismo, o diálogo inter-religioso, as perseguições a cristãos. Não tem medo de ser politicamente incorrecto mas tem o cuidado de não ofender nem dividir.
Muito, muito interessante. Vale a pena ouvir e meditar.
É muito interessante ouvir e ler algumas pessoas / agrupamentos partidários usarem a expressão - a democracia não se esgota nas eleições. São habitualmente as / os mesmas (os) que nunca aceitaram nem aceitam os resultados eleitorais.
De facto as eleições não são tudo - e têm que ser livres, sem censura, com liberdade de expressão de pensamento, imprensa livre e justiça a funcionar. Mas são a base e a fundação da democracia representativa. Qualquer desvalorização de eleições livres são sintoma de cultura totalitária, com ou sem roupagem de grande preocupação pela vontade do povo e das massas trabalhadoras.
Las manos Eduardo Kingman Aos poucos vou mudando a casa, vou adaptando o espaço à minha pessoa. Reduzir coisas e coisas e coisas. Clarear,...