Astor Piazzolla & Rastrelli Cello Quartett
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Miguel Relvas apelida, indignadamente, este OE como um orçamento de grande insensibilidade social, que vai trazer maior disparidade social, que vai trazer maiores problemas sociais, mais fome e mais miséria ao nosso país. E diz ainda que Teixeira dos Santos precisa de ter falta de vergonha por exigir que todas as alterações propostas ao OE não coloquem em risco o cumprimento do défice de 4,6% e 2011.
Em que é que os cortes salariais e os incessantes pedidos de medidas de austeridade feitos pelo PSD têm maior sensibilidade social que os do PS? Também gostaria de saber se Miguel Relvas não tem vergonha de explicar muito explicadamente, sem demagogia, onde é que se pode cortar mais de forma a que se cumpra o défice de 4,6% em 2011.
A vergonha tem andado bastante arredada dos nossos líderes políticos.
Não são precisos prémios para sabermos que o Teatro Meridional é uma das companhias de teatro mais criativas e interessantes do nosso país. Mas é sempre bom percebermos, no meio de todo o negativismo e pessimismo que nos tolhe, que não só entre portas se reconhece esse mérito.
O Teatro Meridional, cuja direcção (da Companhia e artística) é assegurada por Miguel Seabra e Natália Luiza, tem levado ao palco e ao público inúmeras peças originais, baseadas em textos variados, como colagens ou como recriações, em espaços cénicos de um cuidado e simplicidades extremas, em que a encenação, a música, as luzes e as palavras se completam e formam unidades de espectáculo únicas.
A 12.ª edição do Prémio Europa Novas Realidades Teatrais distinguiu, juntamente com 5 companhias de teatro de outros países europeus (Eslováquia/República Checa, Reino Unido, Rússia, Finlândia e Islândia), o Teatro Meridional.
A próxima peça desta Companhia será apresentada no Teatro Nacional D. Maria II, com estreia a 18 de Novembro, 5ª feira, às 21:30h, e chama-se 1974. A não perder.
Troféus Pedrada no Charco - Melhor Disco do Ano 2010 (atribuída pelo Orfeão de Leiria Conservatório de Artes) - Graffiti - Júlio Pereira, Tiago Torres da Silva, Tiago Taron. Cantam - Sara Tavares, Dulce Pontes, Olga Cerpa, Marisa Liz, Nancy Vieira, Manuela Azevedo, Maria João, Sofia Vitória, Filipa Pais e Luanda Cozetti.
O governo está apostado em tudo fazer para se cobrir de vergonha e se descredibilizar. Depois da inominável pantomima a que assistimos, mais uma vez, na entrega da famosa pen ao Presidente da Assembleia da República, ouvimos da boca do Ministro das Finanças justificações inaceitáveis em qualquer profissional que se preze, quanto mais de um responsável político.
De tal forma que não é preciso ser da oposição para se estar muito descrente no que quer que este governo diga em relação às finanças públicas, aos impostos e à redução da despesa.
Na verdade também não se entende o coro de lamentações de partidos como o PSD e o CDS. Estiveram meses a pedir as medidas de austeridade. Por coerência só as poderiam apoiar entusiasticamente.
O que me preocupa é continuar sem perceber com o que se passa com a execução orçamental de 2010, com a falta de orientação da política de saúde, a quebra de importantes medidas, anteriormente bandeiras do PS, como a prescrição por DCI, que apenas pela insistência do CDS e por uma coligação negativa foi possível fazer passar no Parlamento.
O que me preocupa é a unanimidade do dramatismo e a falta de alternativas.
O que me preocupa é a negligência e a incompetência do governo numa altura em que seria crucial que confiássemos nele.
(...) Trata-se, afinal, de um partido que não se inibe de venerar publicamente um autor de crimes contra a humanidade que ombreia com Hitler - sim, o "genial pai dos povos" Estaline; cujos dirigentes consideram a monstruosa monarquia da Coreia do Norte "opção do povo", quiçá uma democracia; que defende a greve geral por cá a propósito do corte de salários no sector público e o despedimento de um milhão de funcionários públicos na ditatorial e oligárquica Cuba; que protesta, em comunicado oficial, contra a atribuição do Nobel a Liu Xiaobo, condenado a 11 anos de prisão por delito de opinião na China do capitalismo selvagem de partido único, da depredação ambiental e do recorde mundial das execuções capitais. (...)
Las manos Eduardo Kingman Aos poucos vou mudando a casa, vou adaptando o espaço à minha pessoa. Reduzir coisas e coisas e coisas. Clarear,...