O brilhozinho, os braços de aranhiço, o brilhozinho, o sorriso de esguelha, o brilhozinho, a velocidade dos dedos, o brilhozinho, a expectativa do recomeço.
Em todos os palcos, em todas as tintas, em todos os sons, por todas as letras e algarismos, são nossos e já não são, são deles e sempre serão, os dias de cinza e de glória, o aplauso e a demissão, o quarto escuro, a biblioteca, os transportes, as lágrimas e os suspiros, serão sempre deles e eternamente nossos.
O brilhozinho esparramado na cama, a acordar. O querer ao alcance da vontade.