Continua, no Diário Económico, a troca de palavras entre Ana Paula Fitas (em excelente forma), pelo SIMplex:
e o João Villalobos, pelo Jamais.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Continua, no Diário Económico, a troca de palavras entre Ana Paula Fitas (em excelente forma), pelo SIMplex:
e o João Villalobos, pelo Jamais.
O compromisso dos profissionais de saúde que asseguram os cuidados de saúde implica o aprofundamento permanente de aptidões e competências, garantindo-se assim cuidados seguros e de qualidade.(...) uma gestão rigorosa das organizações contribuem para a motivação e o aperfeiçoamento contínuo dos profissionais. (...)
(Programa de Governo do PS - Avançar Portugal, pág. 72 e 73)
e o André Abrantes Amaral, pelo Jamais.
Agradeço ao DER TERRORIST e ao Vermelho Cor de Alface a nomeação para este viciante prémio.
Tal como mandam as regras que me atam ao prémio, devo indicar três compromissos para o futuro:
Aqui chegada só falta mesmo arranjar 10 blogues a quem premiar:
E siga o prémio.
Alberto João Jardim continua a arrastar pela lama a dignidade do lugar para o qual foi eleito, de um político, de uma pessoa com o mínimo de decoro.
Quem o vê aos berros em frente a uma multidão ululante, a falar do seu Portugal homofóbico, boçal e intolerante, comezinho e maledicente, cora de vergonha. Pelo que diz, pelo significado do que diz e pela ovação que o acompanha.
Alberto João Jardim tem-se comportado como alguém que é inimputável, gozando de uma tolerante bonomia de todos os responsáveis políticos, o que apouca a democracia e diminui a credibilidade dos nossos representantes.
A traição é dele. E o Portugal dele não é igual ao meu.
Nota: Também aqui.
Esta é a minha posição no espectro político português.
Não posso dizer que seja uma grande novidade, não.
http://www.bussolaeleitoral.pt/
(a partir d'Os Tempos Que Correm)
Recomeçam os debates de blogues, no Diário Económico: hoje Rui Herbon pelo SIMplex:
e Pedro Vargas David, pelo Jamais.
Há muitas razões pelas quais o PS não deve coligar-se com o PCP. As que são devidas ao tipo de sociedade e de regime que o PCP defende, transparente nos apoios às democracias cubana e norte-coreana, às FARC, à retórica que usa em relação àquilo que, desde o 25 de Novembro, são as políticas de direita:
E outras por questões de pura decência:
A propósito, ler também Tomás Vasques.
Nota: Também aqui.
Las manos Eduardo Kingman Aos poucos vou mudando a casa, vou adaptando o espaço à minha pessoa. Reduzir coisas e coisas e coisas. Clarear,...