Desde a primeira vez que votei, sempre na mesma freguesia, na mesma escola primária, já subi 3 mesas: voto na 4 quando iniciei a minha actividade de votante na 7.
Só significa que estou muito mais velha e que há muitos mais novos para exercerem o seu direito. A democracia que se perpetua e renova em cada acto eleitoral.
É quase um acto litúrgico, tão importante, domingueiro e bem disposto como quem gosta de assistir à missa. De facto, cada um mistifica o que entende e os deuses são múltiplos, diferentes, mais celestiais ou mais terrenos.
Agora resta esperar pelos resultados. E nãos nos enganemos, tudo muda embora tudo possa parecer igual no fim de cada eleição.
Eu já votei. Não fiquem em casa. Participem.
Adenda: leiam este texto dos Caminhos da Memória.