Vale a pena ouvir as frases com que se resume a entrevista a Ana Jorge: Urgências regressam a Anadia.
Até já há reacções de um autarca de Anadia, de seu nome Litério Marques, que se mostra muito contente com Ana Jorge.
É de bradar aos céus.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Vale a pena ouvir as frases com que se resume a entrevista a Ana Jorge: Urgências regressam a Anadia.
Até já há reacções de um autarca de Anadia, de seu nome Litério Marques, que se mostra muito contente com Ana Jorge.
É de bradar aos céus.
Já aqui defendi, mais de uma vez, que o governo deveria fazer uma avaliação séria do seu desempenho, pois uma coisa é prometer medidas, outra muito diferente é implementá-las e outra ainda é avaliar a repercussão das mesmas. Infelizmente temo que a avaliação seja feita com as premissas de Vitalino Canas.
Mas não deveria ser apenas o governo a ser submetido a avaliação do desempenho. Os partidos da oposição, os sindicatos e outras forças vivas da sociedade civil também o deveriam fazer. Com o mesmo rigor com que a exigem, e bem, ao governo.
Vale a pena ouvir e ler a entrevista de Ana Jorge, Ministra da Saúde, à TSF e ao DN. Nomeadamente sobre a reforma do SNS, a requalificação dos Serviços de Urgência, com ênfase no "problema" de Anadia, e sobre a reforma dos cuidados primários e continuados de saúde.
Exactamente o mesmo que Correia de Campos, apenas com outro estilo. Pelos vistos o estilo pode marcar uma diferença. O que muda não é a política, com excepção das parcerias público-privadas , mas os seus protagonistas.
Se as reformas avançarem, então José Sócrates tinha razão. Correia de Campos não se mostrou hábil na sua função, tenho que o reconhecer.
Fico muito satisfeita com o que se diz nesta entrevista e espero que o clima de descompressão se mantenha. Espero que a Ministra alie a sua serenidade à sua determinação.
Também há uma frase interessante no meio da entrevista: Se houve viragem à esquerda não foi minha.
Lê-se a correr, de fio a pavio, e fica-se à espera da continuação. Uma história que tem de tudo, muito bem contada.
Há realmente muitos assuntos agoniantes, em termos políticos, sociais, económicos e o mais que nos lembrarmos. Mas há aspectos que chegam a ser embaraçosos de tão humilhantes. E que tal esta agonia, Dr. Luís Filipe Menezes?
Enrolo tapetes mas não sei por que porta entrar. Ou que porta abrir. Se fizer colecção de cabelos talvez previna os cinzentos, mais que os brancos.
Deveriam ser logo brancos, sem rituais de passagem por cinzento ou outras cores baças e imóveis.
Dia eterno e invencível, aquele em que não encontramos certezas, aconchegos chá morno e silêncio cúmplice. Lá fora as folhas rodopiam antes de nos bater na cara. É melhor cá dentro, antes que a porta se abra, atrás da porta bem fechada.
Enrolo os tapetes e sento-me sem decidir qual deve permanecer com as marcas de quem por cá passou.
Resilience Paula Crown O Sapo vai deixar de ser uma plataforma de alojamento de blogs. Tudo acaba. Os blogs estão em agonia e só mesmo algu...