Do pouco que vi do debate de ontem no Prós & Contras, o tratado de Lisboa foi defendido por Sérgio Sousa Pinto como se de uma questão de fé se tratasse. Ele crê na bondade e na necessidade deste desígnio europeu, com este modelo.
E com aquela superioridade moral de que são detentores todos os homens de fé, foi patente a sua irritação pela irritante persistência de quem caminha nas trevas e não vê a luz.
Este governo dificilmente referendará este tratado, pois a derrota é muito provável e José Sócrates e a própria UE já se comprometeram demasiado com esta solução.
Além disso, estas coisas finas negoceiam-se entre elites. Em democracia, o povo só atrapalha.
E com aquela superioridade moral de que são detentores todos os homens de fé, foi patente a sua irritação pela irritante persistência de quem caminha nas trevas e não vê a luz.
Este governo dificilmente referendará este tratado, pois a derrota é muito provável e José Sócrates e a própria UE já se comprometeram demasiado com esta solução.
Além disso, estas coisas finas negoceiam-se entre elites. Em democracia, o povo só atrapalha.

