
Manhãs de Inverno, claras e frias. O Sol coado pelas persianas, ainda baixas.
Ouço a água a correr de um duche.
Alguma paz e serenidade, neste Natal mais vazio.
Os sons da vida que continua, as cores de um mundo que não parou.
Como se não houvesse nada que ficasse, como se nada fosse perene.
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