
O mar de Setembro, passos lentos, jornal, mãos dadas, carinho no espalhar do bronzeador.
Os banhos, as conversas, os sussurros, as sestas, os já habituais restaurantes, tão velhos como velhos estamos, uma série às escuras, no ecrã gigante, com um licor bem gelado de acompanhamento.
Quantas vezes ainda te verei ao meu lado, nas nossas convencionais férias, nos nossos convencionais gostos, nos nossos tão nossos convencionais amores?
É o melhor mar, com essa luz tão tranqulizadora e quando a confusão saiu das praias e se dririgiu, de novo, à(à) cidade(s).
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