
Corri mundos de machado
Enterrei meu coração
Num jardim desarrumado
Com ervinhas de oração
Não sabia que eras tu
Tal o fundo da ferida
Com a alma posta a nu
Na dor desta despedida
Agarrei na tua mão
E amarrei-a à cintura
Que as flores do teu caixão
Me aliviem da tortura
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