
Neurótica, eu?
Nem pensar. Estou calma e serena, aliás como sempre.
É claro que toda esta situação é desafiante, mas estamos à altura dos acontecimentos.
Tenho mantido uma distância confortável dos telejornais, comentadores e programas de (des)informação, tal a vontade de usar todos os métodos de tortura conhecidos e desconhecidos em todos os que me aparecem pela frente, perorando sobre vírus, medidas de saúde pública, estatísticas de infecções e óbitos.
Também me tenho poupado a tudo o que nos mostre como esta experiência nos melhora e enriquece, principalmente no vocabulário vernáculo e na criatividade com que se procuram projécteis à mão de semear.
Estou portanto a evoluir no sentido positivo de alguém que vê fantásticas oportunidades no obscurantismo e na histeria das redes sociais, na ignorância e demissão dos nossos jornalistas, na mediatização da insanidade.
Neurótica, eu?
Nem pensar!
Claro que não!
ResponderEliminarE porque haveria de estar neurótica se está tudo a correr às mil maravilhas, tudo controlado, tal como os Tudólogos tinham previsto, aliás... se bem que...
"Carago, tá tudo bem, não tá? "
Bem, acho que hoje vou partir a 📺 já que não consigo sintonizar Marte...
Maria