
“Groselha, na esplanada, bebe a velha,
e um cartaz, da parede, nos convida
a dar o sangue. Franzo a sobrancelha:
dizem que o sangue é vida; mas que vida?
Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,
na terra onde nasceste e eu nasci?”
Alexandre O’Neill, in ‘De Ombro na Ombreira’


Não deixem para os últimos dias.
Estes espectáculos costumam esgotar depressa.
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