Mário Nogueira pode orgulhar-se do seu poder. Durante anos e anos tem mantido os professores na crista da onda, chantageando todos os tipos de governo, sejam eles de direita, esquerda ou do centro, e transformando os professores numa poderosíssima corporação dentro da função pública.
Ele manifesta, ele confronta, ele determina, ele interrompe, ele exige.
E António Costa, pela forma como se deixou levar para a discussão de rua, desautorizando o seu Ministro da Educação que também não parece importar-se com a sua evidente incapacidade e inutilidade políticas, reconheceu a Mário Nogueira, esse dinossauro do sindicalismo, o seu poder.
o mais interessante ainda e verificar que sendo professor há quantos anos não dá aulas ? há quantos anos vive das lutas dos outros e das greves e ameaças continuas aos pais e alunos , que nunca sabem quando há aulas e prejudica pais e alunos ? acabar com isso nada de cedências , a estes artistas com ordenados altíssimos para a media nacional e qualidade mediana .
ResponderEliminarA mim o que me pareceu foi que a iniciativa da AC esvaziou a tentativa da Fenprof marcar a agenda. Tanto que lá para o fim das perguntas que lhe fizeram, MN já respondia que as negociações não se faziam ali na rua.
ResponderEliminar