Ao contrário do que afirmei ainda agora, o Expresso pediu desculpa aos leitores.

As minhas desculpas ao Expresso. Procurei pela internet, mas não encontrei. Cheguei lá através do facebook.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Ao contrário do que afirmei ainda agora, o Expresso pediu desculpa aos leitores.

As minhas desculpas ao Expresso. Procurei pela internet, mas não encontrei. Cheguei lá através do facebook.
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
O Expresso expressou-se expressivamente, porque pode e tem muito "papel".
ResponderEliminarO “like” que coloquei na publicação do facebook deste mesmo "poste", dedica-se à atitude da autora de se retractar do erro – factual – de ter escrito que o Expresso não apresentara desculpas pelo que fizera, quando afinal o fez.
ResponderEliminarMas, porque assim também pode ser interpretado, o meu “like” não se estende às desculpas do Expresso, a meu ver insuficientes e, por isso, não aceites.
O Expresso confessa que errou – mas isso está à vista de todos, e eu não leio um jornal para lá ler o óbvio. O Expresso explica que foi induzido em erro – mas disso também quase todos desconfiávamos, considerando que a alternativa seria que no Expresso tivesse inventado a notícia, e eu não compro jornais para corroborar suspeitas evidentes. O que teria tido valor jornalístico teria sido o Expresso ter transformado em notícia os detalhes do processo através do qual o jornal foi enganado. Que me desculpem, mas admitir que, e passo a citar, «Neste caso, foi averiguado internamente o processo editorial que levou à publicação da notícia, de modo a detectar as falhas e a garantir a robustez dos mecanismos de controlo editorial» é admitir o óbvio, explicar nada quanto a factos e assumir uma atitude “muito positiva” para o futuro.
Mas é um “vazio palavroso” que, ao tratá-los como uns tontos, não reconstitui qualquer relação de confiança com os leitores que, passe o plebeísmo, tenham “dois dedos de testa”.
Umqpa vergonhosa tentativa de manipulação da opinião pública e condicionamento dos decisores políticos a pretensa falha das fontes do “Expresso”. Há semanas (senão meses) que o Expresso dirigido pelo Ricardo Costa se multiplicava em pareceres, opiniões e sugestões no sentido da recondução de Sra Joana Vidal. A notícia de 1a página era apenas uma última e derradeira tentativa de impor a narrativa da direita sobre o justicialismo redentor do ministério público
ResponderEliminarJá agora é boa ideia perguntar ao Expresso - o que pensam sobre desinformação e Fake News?
O Director do Expresso é Pedro Santos Guerreiro, desde 2016.
ResponderEliminarDe resto concordo consigo.