04 fevereiro 2018

Das promessas que não se cumprem

Tal como os concursos para os médicos recém-especialistas do ano passado, ou a abertura de mais USF, a integração dos precários do Estado está atrasada e não se sabe como nem quando vai acabar. Entretanto, há falta de médicos e falta de recursos humanos nos restantes serviços do Estado. Mais grave que isso é que as pessoas não podem ser contratadas enquanto aguardam a integração, o que significa que são enviados para casa e, na prática, estão desempregados.

1 comentário:

  1. Anónimo18:38

    Relacionado com o tema, existe uma petição pública online:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT88757
    Participe!

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