Vamo-nos habituando ao horror, retomamos as nossas vidinhas. Há guerra na Síria, no Iraque, na Palestina, atentados em África, na Ásia e na Europa.
E é na Europa que mais nos dói, não porque não nos doam todas as outras mortes, todas as outras atrocidades, mas porque é dentro da nossa casa, dentro das nossas portas.
Sobressalto, horror, desfalecimento psicológico, depois a rotina, Isto já é rotina.
Mas teimamos em manter as portas abertas, não podemos ceder ao medo. Teimamos em ir vivendo, atentado após atentado, assassinato após assassinato.
E é da liberdade que não podemos prescindir. Da liberdade, do direito a uma vida digna e em segurança, da liberdade de ser respeitado e respeitar.
Agora foi em Berlim.
Parecemos estar num salto civilizacional "quântico",,,Ou num "tenteio chardiniano"... Ponto é saber se com isso "subimos" ou "descemos"...Espero que não ocorra o que diz frequentemente um intelectual personalista luso : "O imprevisível está à espera de uma oportunidade"
ResponderEliminarCumprimentos natalícios,bons licores e compotas
"kyaskyas"