O que se está a passar na Turquia começa a ser demasiado familiar e óbvio quanto ao que move e qual o objectivo de Erdogan.
Tal como com Hitler, a comunidade internacional tenta não ver e desvalorizar. Ninguém sabe exactamente como actuar naquele barril de pólvora. Christine Lagarde é apenas um exemplo de quem tem as prioridades distorcidas.
Talvez a comunidade internacional veja e valorize. Talvez não queira é deitar gasolina na fogueira, enquanto a poeira não assentar.
ResponderEliminarA linha separatória entre a ditadura nacionalista que se está a instalar e o islamismo radical é fina, e talvez seja de ter cuidado em não a quebrar.
Para os turcos, esses... que Alá seja misericordioso!
A separação entre a religião e o Estado é um dos pilares mais importantes de um Estado livre e democrático. Não é o único mas é muito importante.
ResponderEliminarSendo certamente cínico, penso que ao Ocidente interessa mais que a Turquia se não torne um estado islâmico do que seja livre e democrática...
ResponderEliminarAliás Ataturk, que fundou o estado turco laico, creio que era mais nacionalista que democrata, para o que o passado imperial grandioso do país dava e dá sobejas razões.
Para o Ocidente e tendo em conta o presente estado das coisas, creio que pensará que com o nacionalismo otomano pode ele bem, enquanto que com o islamismo...
Sim, penso que tem razão.
ResponderEliminar