03 outubro 2015

Amanhã, nas mesas de voto

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Cá em casa tudo se discute. Não há tabus nem atitudes paternalistas dos mais velhos perante os mais novos. E se as há, esbarram de imediato em argumentos bem estruturados e alicerçados em conhecimento. Ninguém se dá por satisfeito com abordagens superficiais ou estereotipadas aos vários assuntos em debate.


 


Mas há um tema, como agora muito se diz, em relação ao qual há unanimidade - é preciso votar. O voto universal, acessível a todos os cidadãos portugueses maiores de 18 anos, pobres e ricos, mulheres e homens, casados e solteiros, em uniões de facto ou independentes, com e sem filhos, doentes e saudáveis, analfabetos e letrados, foi implementado com a fundação do regime democrático a 25 de Abril de 1975.


 


É por isso uma conquista preciosa e delicada, uma arma poderosa na mão de todos e de cada um de nós. Será uma oportunidade desperdiçada não fazer uso dessa manifestação de cidadania, uma obrigação que temos enquanto membros de uma comunidade.


 


Que chova, que vente, que arda o sol, que troveje. Não serão os elementos que impedirão de nos afirmarmos cívica e exemplarmente, aguardando na fila o momento de decidir em igualdade, democrática e livremente, o nosso próximo futuro. Que ninguém abdique desse poder, que se negue a esse serviço público. É o exacto momento de ter voz.

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